Redes 10 Considerado o melhor evento sobre o uso de redes sociais e tecnologias por órgãos públicos. Participe

O Programa HubGov é o carro-chefe da WeGov. De forma simples e objetiva, o programa é destinado às instituições que querem propor soluções inovadoras e criativas a desafios institucionais complexos. Tudo isso pensado de maneira colaborativa e feito em co-produção com os servidores públicos da instituição. 

Em 2019 o HubGov completou 2 anos. Desde o começo, já foram formados 456 HubGovers (como gostamos de chamar os participantes do programa), 81 times de servidores públicos e 43 instituições. 

As modalidades foram InCompany – em que fizemos  com a Justiça Federal de Santa Catarina, Justiça Federal do Espírito Santo e Tribunal de Contas do Espírito Santo – e MultiCompany – com 14 instituições em Santa Catarina em 2017, 25 instituições em 2018 entre São Paulo, Santa Catarina, Goiás e Brasília. 
E, para fecharmos 2019 com chave de ouro, encerramos a 9ª e maior edição do HubGov até hoje: A Jornada da Inovação – Método HubGov com Senado Federal e ENAP.

A proposta foi ousada. Para Ilana Trombka, diretora-geral do Senado:

”Um dos desafios desta gestão é incorporar essa prática [inovação] à cultura da Casa, de modo a propiciar um serviço cada vez melhor aos que aqui trabalham e à comunidade”.

Ilana Trombka

Usualmente, no HubGov formamos times que imergem em um desafio real da instituição e, ao longo de uma trilha de aprendizado, prototipam uma proposta de solução a esses desafios. Para escalarmos ainda mais o impacto do programa, formamos duas grandes turmas – sendo a primeira com 10 times interinstitucionais (8 do Senado Federal e 2 do Ministério da Economia) e a segunda com 10 times do Senado Federal.

Além dos HubGovers, também realizamos uma trilha em paralelo voltada para formação de mentores. Os mentores foram os responsáveis por acompanharem os times durante todo o ano de 2019. Para tal, todos passaram por uma trilha de aprendizado diferente dos participantes da Jornada, mais focada em sua formação como facilitadores e multiplicadores de projetos de inovação.

”A Jornada nos mostra que o setor público está se reinventando, buscando soluções para os desafios e criando práticas que alegram o coração de nós servidores e nos propicia o aprendizado, a colaboração e a ação, pois temos uma missão: servir o cidadão com excelência! Imbuídos desse propósito, agradeço muito aos visionários que tiveram a ideia e os que apoiam, pois inovar é preciso!”

Fernanda Camargo – Mentora na Jornada da Inovação – Método HubGov

Para condução das atividades contamos com uma parceria estratégica do Núcleo de Apoio à Inovação (Nainova) do Senado Federal, que, nas palavras da Diretora-Geral, deve atuar ”como um catalizador de competências e de novas soluções para velhos problemas”. 

Ao longo de quase 1 ano de Jornada, enfrentamos diversos desafios que foram desde às áreas administrativas da casa até atividades parlamentares. Os grupos se engajaram ativamente, propondo ideias e dando o melhor para entregar ótimos resultados à instituição.

E nós não poderíamos ter sido mais exitosos. Do final da Jornada, resultamos em 18 propostas de solução inovadoras para o Senado Federal, sendo destas 2 que já foram implementadas, 5 com projetos prontos para implementação e 8 em fase de testes de protótipo.

E como todo bom projeto, não poderíamos deixar de agradecer aos grandes parceiros que somaram esforços com a WeGov para entregar o melhor resultado possível: à Diretoria-Geral do Senado Federal, representados por Ilana Trombka e Márcio Tancredi, que acreditaram – e acreditam – que a inovação deve ser um recurso indispensável à gestão pública eficiente. Ao Nainova, que se entregou completamente ao projeto e deu todo o apoio aos participantes. À ENAP por ter viabilizado o programa e por ter sido uma incentivadora da inovação.

Mas nosso agradecimento mais especial é para eles: os 162 servidores públicos que se desafiaram por completo e que abriram suas mentes a uma nova forma de enxergar o trabalho público. 

Como sempre, o HubGov não acaba quando termina. E com a Jornada da Inovação, isso não será diferente. As atividades encerraram, mas os bons projetos devem seguir para que possamos transformar, de forma transparente e verdadeira, a realidade do setor público brasileiro. 

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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Qual é o seu perfil?

O Apolitical sintetizou as habilidades do servidor público do futuro! Os tópicos foram elaborados considerando os frameworks de competência dos governos no Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Quênia, Austrália Meridional e África do Sul e de organizações que incluem as Nações Unidas, a OCDE e o Nesta.  Qual delas você possui?

ADAPTÁVEL

Ambientes de formulação de políticas são frequentemente de alta pressão e imprevisíveis, de modo que a capacidade de se alternar facilmente entre diferentes responsabilidades é uma característica importante para servidores públicos. Como tal, a adaptação à mudança é um tema central para frameworks de competências governamentais por todo o mundo.

O framework Australiano descreve essa habilidade como a capacidade de ”orientar e implementar mudanças” – os servidores públicos têm de ser capazes de se planejar para o curto e longo-prazo. O governo Canadense nomeia essa habilidade de ”adaptabilidade”, e um de seus principais componentes é o de ajustar e perseverar perante contratempos.

EXPERIMENTAL

Ideias só podem ser melhoradas sistematicamente se os profissionais se sentirem à vontade pensando fora da caixa, tentando novas abordagens e ultrapassando barreiras.

”Nós sempre fizemos assim” não pode ser uma desculpa para políticas e entregas ruins quando o setor público é confrontado desafios complexos.

O potencial inovador do governo não pode ser desbloqueado sem uma mentalidade criativa e experimental. Isso significa buscar ativamente melhorar os serviços, promovendo novas ideias e assumindo riscos calculados.

CURIOSO/A

Servidores públicos devem, continuamente, procurar novas maneiras de melhorar serviços e produtos. Como tal, a procura de oportunidades para o desenvolvimento está incluída em vários frameworks incluindo os do Reino Unido e da ONU.

O Reino Unido chama essa competência de ”mudar e melhorar” e afirma que as equipes que são flexíveis e questionadoras vão liderar a ”cultura da inovação” dentro do serviço público. Essa competência é chamada de um ”compromisso com a aprendizagem contínua” no framework da ONU, que significa que os servidores públicos precisam estar atentos a novos desenvolvimentos e mostrar disposição em aprender novas habilidades.

PROATIVO/A

Um servidor público proativo é orientado para a ação, focado em resultados e tem o objetivo de traduzir a visão mais ampla do governo em políticas públicas e programas concretos.

Isso envolve manter-se atento às prioridades e ao desempenho oportuno, lidando com desafios de maneira responsiva e estabelecendo uma visão de futuro persuasiva.

Nesta descreveu essa competência como uma inclinação à ação e ao aprender fazendo. Para a Comissão de Serviço Público Australiano, um compromisso com a ação engloba determinação, motivação e orientação para resultados. Mostrar iniciativa e energia não apenas proporcionam melhores resultados, como também empoderam outros a fazer o mesmo.

PERSUASIVO/A

Quando servidores públicos têm de fornecer uma informação ao público, eles são frequentemente encarregados de tornar políticas públicas complexas em narrativas convincentes.

Elaborar histórias persuasivas e acrescentar criatividade à formulação de políticas frequentemente aparece em frameworks globais de competência. Por exemplo, no framework da ONU, essa competência é chamada de ”comunicação”: aos servidores públicos é indispensável falar eficazmente. A OCDE explica isso como ”explicando a mudança de maneira que constrói apoio”, ou storytelling.

Adaptar a sua entrega de informação baseando-se na audiência e na finalidade serão elementos-chave para adquirir esse conjunto de habilidades.

COOPERATIVO/A

Um consenso entre a comunidade de políticas globais é o de estar aberto à ideias de outros e facilitar resolução de problemas em grupo são fundamentais à função dos funcionários públicos.

O framework Queniano afirma que funcionários públicos precisam reunir diversos pontos de vista juntos de maneira a atingir objetivos os quais chamam de ”traço comportamental de gestão de equipes”. De forma parecida, o framework de competência do serviço público Australiano chama de ”cooperação e parcerias” e declara que servidores públicos têm promover  ambientes onde o trabalho em equipe é valorizado.

ALFABETIZADO/A EM DADOS

Os dados não podem ser uma reflexão tardia em uma era de transformação digital. Os servidores públicos só serão capazes de aproveitar o potencial da análise de dados se forem proficientes em habilidades de coleta, visualização e análise de dados.

A OCDE identifica a tomada de decisão baseada em dados como uma habilidade básica para a inovação no setor público e o Nesta a cita como uma competência sem a qual a solução de problemas públicos não pode ocorrer.  Investir em alfabetização de dados possibilitará organizações do setor público a acelerarem a exploração de novas ideias e soluções.

REFLEXIVO/A

Uma habilidade, uma atitude e um hábito, ser reflexivo é fundamental para o desenvolvimento de competências, melhoria de ações e aprendizagem com os resultados.

Para o Nesta, o processo ”refletir criticamente sobre o processo e resultados” conduz a melhores soluções e experimentações de problemas públicos.

Para ser completo e eficaz, o serviço público como um todo, e os indivíduos dentro dele, devem ter a habilidade de refletir sobre suas capacidades, sistemas e visão.

QUAL É O SEU PERFIL?

Tracker de Habilidades do Futuro: Uma ferramenta em inglês de auto-avaliação para servidores públicos

Projetada para servidores públicos atarefados, o Rastreador de Habilidades do Futuro do Apolitical é uma ferramenta rápida e fácil para que você possa descobrir quais habilidades e competências são pontos fortes – e quais você deve focar para o desenvolvimento da sua carreira se tornar à prova do futuro.

Ao fazer o breve teste, você receberá pontuações em oito competências principais, além de links para recursos que você descobrirá úteis para o desenvolvimento futuro. Essas pontuações são confidenciais. Você também recebe um dos doze ”tipos de personalidade” – uma maneira divertida de se comparar com os colegas.

*Você deve levar de 5 a 10 minutos para completar o quiz.

O rastreador é fundamentado em uma pesquisa conduzida pelo Apolitical sobre frameworks de competência para governo, desde a Nova Zelândia à OCDE. Primeiro, eles identificaram as competências comuns para diferentes governos, para isolar as mais centrais ao serviço público.

Então, foram isolados oito conjuntos comuns de habilidades importantes não apenas agora, mas que provavelmente aumentarão em importância ao longo do tempo, à medida em que o governo é forçado a se adaptar à rápida transformação da sociedade e da tecnologia.  

👉🏻 Membros Apolitical: Iniciar o Tracker

👉🏻 Não-Membros: Iniciar o Tracker

*O Rastreador de Habilidades do Futuro é exclusivo a servidores públicos e decisores políticos. Sendo assim, está disponível apenas para membros verificados pelo Apolitical.

*traduzido por WeGov. Originalmente publicado por nossos parceiros do Apolitical.

Photo by Marvin Ronsdorf on Unsplash
https://apolitical.co/solution_article/the-future-skills-tracker/

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

O Redes WeGov na perspectiva da organização

O Redes WeGov é um evento anual de Comunicação e Tecnologia no Setor Público que acontece desde 2012. Para quem já acompanha a trajetória do evento, nenhuma novidade. Sempre me lembro da Gabi Tamura, diretora da WeGov, falando como a primeira edição do evento foi um fracasso de sucesso:

”Fracasso, pois não consegui chegar ao objetivo de saber mais sobre como lidar com a comunicação pública digital. Sucesso pois foi a partir de então que começamos a construir nossa comunidade que hoje já conta com quase cinco mil “Social Media Gov” – termo criado por nós da WeGov para nomear estes novos profissionais que surgiram em decorrência da era virtual”.

De lá pra cá o evento foi tomando corpo, ampliando a comunidade e se tornando um dos eventos mais esperados do ano para o setor público. Não é a toa que quando fui incumbida da tarefa de coordenar a 8ª edição do Redes WeGov eu tenha sentido o peso da responsabilidade.

Em 2012, mesmo ano da 1ª edição do evento, eu estava decidindo em qual curso/faculdade ingressar. Comunicação e Setor Público eram temas distantes de mim. Até eu entrar na WeGov, em Agosto de 2017, eu nunca havia tido contato com o Redes e com qualquer integrante da comunidade.

Eu no Redes

Foi somente em 2018, já na 7ª edição do Redes, que eu entendi o que, de fato, o evento era sobre: conexão, cumplicidade e confiança. Os grandes nomes da comunicação no setor público, as dinâmicas de interação, os temas e conteúdos eram o essencial. Mas foi na conexão entre os participantes, na cumplicidade entre os Social Media Govers de compartilhar experiências entre si e na atmosfera de confiança que pairava no ar que eu entendi o quão especial é o Redes WeGov.

Despertar todos esses sentimentos não era tarefa fácil. E, de fato, não foi. Nós sabíamos que 2019 deveria ser uma edição de peso, que todo esse ambiente de confiança precisava ser criado novamente, dadas as circunstâncias da comunicação pública no Brasil.

Redes WeGov conexão
Ana Guerrini, da 99, falando sobre políticas públicas

E posso afirmar, seguramente, de que entregamos a melhor edição do Redes WeGov. O André, diretor da WeGov, brincou que conseguimos falar sobre política, futebol, religião e gênero e continuarmos todos amigos. Mas isso de nada foi uma brincadeira. De fato trouxemos esses temas de uma forma importante e relevante para o debate hoje em dia. Pessoalmente falando, aprendi muito nesses dois dias. Quem diria que no mesmo evento eu ouviria sobre o clube Chapecoense, sobre comunicação feminista, sobre o Papa e sobre as eleições de 2018?! E tudo isso conectado a um mesmo propósito: transformar a comunicação pública brasileira.

Os grandes nomes da comunicação no setor público que palestraram, as dinâmicas interativas, os temas e conteúdos foram extremamente relevantes para facilitar e inspirar o trabalho de comunicadores públicos – e o meu trabalho! – no Brasil. Isso, por si só, já teria tornado deste evento a melhor de suas edições.

Mas foi a conexão entre os participantes com os palestrantes, a cumplicidade entre todos de falar abertamente e a confiança de que todos estavam ali por um objetivo em comum que elevou o Redes WeGov a um nível mais que especial. E que deixou, em mim, uma marca inesquecível.

Obrigada a todos e todas que estiveram conosco, compartilhando essa experiência, nos dias 25 e 26 de abril de 2019, em Florianópolis <3

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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Realizado em Florianópolis/SC - Brasil.

Cerca de um ano atrás, mais precisamente em outubro de 2017, a WeGov foi convidada a participar do Encuentro Latinoamericano de Innovación Social desde el Sector Público – o ELIS – em Guadalajara, México.
Por lá, fomos surpreendidas com o prêmio ”30 Melhores Práticas de Inovação Social no Setor Público da América Latina” pelo programa HubGov e, junto dele, nos veio um desafio.
Queremos levar o ELIS para o Brasil no próximo ano”, nos disseram. E descobrimos que a WeGov foi a escolhida para ser a anfitriã.
Medo. Orgulho. Honra. Felicidade. Responsabilidade. Sabíamos que a tarefa que nos foi entregue não era nada fácil e que os desafios encontrados pelo caminho a vir seriam muitos.
Mas, topamos o desafio, e desde o nosso retorno do México ao Brasil viemos sonhando, idealizando, organizando e planejando cada detalhe para que o ELIS 2018 fosse tão perfeito quanto suas edições anteriores.
E no sonho finalmente se concretizou. Nos dias 29 e 30 de agosto de 2018 realizamos o IV Encontro Latinoamericano de Inovação Social no Setor Público em Florianópolis/SC, Brasil.
Vamos relembrar os momentos marcantes?

O primeiro dia do ELIS 2018

Se já não estávamos tomados pela emoção de realizar o ELIS, com certeza a abertura cultural cumpriu esse papel. Para começar o evento, tivemos a apresentação do duo catarinense A corda em Si, formado pelo casal Fernanda Rosa e Mateus Costa, onde apenas utilizam a voz e contrabaixo acústico em suas performances.

Após as boas-vindas da casa e dos organizadores, demos início a nossa programação com o primeiro painel do evento: Iniciativas de Inovação na América Latina.
Rafa Poço conduziu essa conversa com os feras Leandro Devegili, Freddy Zapata e Oscar Garcia, falando, respectivamente, sobre suas experiências com a Operação Serenata do Amor, a criação do ELIS e a inovadora Universidade de Guadalajara/MX.

O dia seguiu, então, com as mesas de conversa, onde cada mesa era composta pelos trabalhos selecionados na convocatória do ELIS 2018. Inovar no setor público não é tarefa fácil, mas quando percebemos que não estamos sozinhos – muito pelo contrário – e que existem tantas iniciativas boas espalhadas na América Latina certamente nos sentimos mais seguros.

Assim como foi a abertura, não poderíamos terminar o dia de outra forma. Tivemos uma apresentação cultural incrível do grupo Cores de Aidê, que resgatou nossa brasilidade em uma performance emocionante.
Um dia fechado com pôr-do-sol, música e muita conversa boa.

A responsabilidade do dia seguinte

Sentimos. O primeiro dia do ELIS tinha sido um sucesso. Satisfação e muito orgulho no peito definiam o que era nosso sentimento. Mas, também, a responsabilidade de entregar um dia tão bonito como foi o primeiro.
Começamos nosso segundo dia com o case de inovação Integrity Idol, iniciativa do Accountability Lab, e com o case de inovação econômica de Mendoza, do Governo da Argentina.
Contamos ainda com um painel de Laboratórios de Inovação no Setor Público composto pelos iJUSPLab (da JFSP), LAB.Ges (do Governo do Espírito Santo) e HubSSP (da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina).

Em seguida, tivemos o que, provavelmente, foi um dos acontecimentos mais marcantes do evento. Desde que idealizamos o ELIS, pensamos em ideias de como engajar a comunidade com o tema, como incluí-los em um diálogo que tanto necessita de sua participação.
E, felizmente, tivemos a honra de convidar o projeto ESAG Kids, comandando pelo professor Eduardo Jara, a apresentar seu case no evento.
Não somente entendemos mais sobre o projeto, como também tivemos a oportunidade de ouvir diretamente dos jovens e crianças o que eles esperam de um governo inovador.

Por fim, recebemos ao palco a delegação de Rancágua, Chile, para apresentar sua perspectiva no que tange o tema da inovação social no setor público, e quais suas contribuições para a difusão desse assunto.

Nunca acaba quando termina

Encerramos o evento compreendendo qual o papel que o Chile tem no assunto e sua posição à frente de tantos países latino-americanos no que concerne à inovação social no setor público.
Não por menos.
Entender essa visão foi fundamental, afinal, é para lá que o ELIS 2019 se desloca. Tivemos a imensa felicidade de passarmos o ”bastão” do ELIS para nossos queridos hermanos chilenos.
Desejamos todo o sucesso a essa delegação que, desde já, se mostra altamente empenhada e comprometida em entregar um evento de excelência. E é pra lá que nós vamos.

Não poderíamos falar do ELIS 2018 e não agradecer a todos que o tornaram possível. Agradecemos imensamente aos organizadores do Observatório de Inovação Social de Florianópolis, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina e do Social Good Brasil.
Aos patrocinadores do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina, da Softplan, da Fundação BMW, da FAPESC e do ICI – Fórum de Negócios de Impacto e Finanças Sociais.
Nos vemos no Chile!
Veja aqui as fotos oficiais do evento.

WeGov

A WeGov atua, desde 2015 com serviços inovadores para o setor público. Confira nosso portfólio e agende um cafezinho conosco para saber mais!

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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Confira os 30 trabalhos selecionados

Resultado da Convocatória de Trabalhos

Saíram os 30 trabalhos selecionados para participar do IV Encontro Latinoamericano de Inovação Social a partir do Setor Público, o ELIS 2018!
Antes de mais nada, o ELIS é um evento que tem como objetivo criar um espaço de diálogo e de construção participativa entre atores do setor público da região – Governo, Academia, Organizações da Sociedade Civil e empresas interessadas – que estejam gerando conhecimento e soluções de inovação social de alto impacto para as diferentes problemáticas sociais latinoamericanas.
No evento deste ano, o tema será Inovação Social: uma mistura entre Governo, Empresas e sociedade civil, e tem como objetivo reunir pessoas que tenham interesse pelo fenômeno da inovação social nas esferas acadêmica, profissional e política.
Para estimular esse espaço colaborativo e de diálogo, lançamos a Convocatória de Trabalhos que tinha, por objetivo, reunir relatos de prática do setor público, casos inovadores e pesquisas acadêmicas relacionadas ao tema. E o resultado não poderia ter sido mais positivo!
Recebemos trabalhos do Brasil e de diversos outros países da América Latina! Foi uma decisão bastante difícil, mas selecionamos os 30 trabalhos que mais se conectavam com a proposta do evento. Não deixe de conferir quem são!

Confira a lista dos 30 selecionados para o ELIS 2018


Inscreva-se

As inscrições para o ELIS 2018 abrirão em breve! Fique de olho no site oficial do evento para se inscrever

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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Conheça um caso premiado pelo Redes WeGov

No post anterior nós conhecemos melhor sobre o caso Emendas Participativas 2017, do Deputado Federal JHC de Alagoas.
Hoje, nós vamos saber mais sobre o caso #VemProTST. Fizemos algumas perguntas para a Patrícia Resende, Secretária de Comunicação Social no Tribunal Superior do Trabalho, que foi uma das responsáveis pelo projeto e representante no 7º Redes WeGov.
Acompanhe as respostas dela e conheça mais sobre o #VemProTst!

(WeGov) Como surgiu a ideia de criar esse projeto?

(Patrícia) Desde que lançamos o canal do TST no Youtube, tentamos oferecer conteúdos que sejam relevantes para o público que nos acompanha. Um dos temas que estavam em nossa pauta de divulgação em 2017 era o concurso público para servidores do TST.Decidimos aproveitar o certame para produzir vídeos com conteúdo que interessasse aos candidatos, ampliando a audiência do nosso canal.
Em nossas reuniões de planejamento lembramos que mapas mentais são muito utilizados pelos chamados “concurseiros”. Daí tivemos a ideia de fazer os vídeos sobre o Regimento Interno de forma que resultassem nesses mapas. A grande novidade foi fazer um pdf também da cena final (mapa mental), deixando-o disponível na legenda para quem quisesse imprimir e estudar depois.

(WeGov) Qual a dor que esse projeto soluciona?

(Patrícia) O projeto facilitou o estudo de muitas pessoas, que não necessariamente podem pagar por aulas em cursinhos ou por mapas mentais. Além disso, ajudou a divulgar a atuação do TST, uma vez que atribuições e funcionamento estão descritos no Regimento Interno, disciplina abordada no vídeo.

(WeGov) Quais foram os desafios para levar o projeto adiante?

(Patrícia) Tivemos o cuidado de revisar todos os conteúdos com servidores da Comissão de Regimento Interno para evitar erros. Também tivemos que conciliar o projeto com nossas atividades diárias, principalmente no que diz respeito à produção audiovisual, hoje fortemente concentrada na edição de reportagens e programas para a TV Justiça.

(WeGov) O que vocês esperam para o projeto após ganhar o prêmio?

(Patrícia) Pretendemos seguir buscando formas inovadoras de oferecer conteúdo útil no Youtube e outras redes sociais. Há muita gente buscando informação sobre os direitos trabalhistas.

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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A sétima edição aconteceu nos dias 23 e 24 de abril de 2018

Em 2017, a sexta edição do Redes deixou grandes expectativas sobre o que viria a ser a sétima edição do evento. Um ano se passou, e a WeGov trabalhou muito para renovar este evento incrível, para que em 2018 ele conseguisse ser ainda mais completo e inovador!
Acompanhe o post para conferir como foi o resultado disso tudo!

Novo nome, novo formato

Para começar, o evento Redes-Egov passa a se chamar agora Redes WeGov. O novo nome trouxe consigo também um novo formato de evento, que contou com novas atividades como os painéis interativos e a feira de cases, que terminou em premiação para os 3 cases de instituições públicas mais votados!
A feira contou com os stands da WeGov, das startups 1DOC e SocialBase, e com a presença de 12 instituições Públicas brasileiras apresentando seus cases de comunicação de sucesso. O momento foi de intensa troca de conhecimentos entre os participantes, que puderam aproveitar o momento para conhecer os stands, assim como para conversar com os demais presentes em uma troca de experiências e conhecimentos valiosa!
Boatos de que, para 2019, essa feira vai ser ainda maior. Fique de olho!
Redes WeGov

Conteúdos de alto nível

Em termos de conteúdo, o Redes WeGov foi especialmente elaborado para contemplar temas relacionados à Comunicação e Inovação no Setor Público. Para isso, o palco do evento recebeu nomes de alto nível para falar sobre o assunto.
No primeiro dia, contamos com a abertura cultural do grupo Floripa Dazantiga, que introduziu o assunto fazendo uma retrospectiva do tema desde a criação do telégrafo até a dos meios de comunicação atuais.Em seguida, Andre Tamura abriu os trabalhos contando a trajetória do Redes, que já vem conquistando seu espaço desde 2012.
A palestra de abertura ficou nas mãos do secretário da Presidência da República, Wesley Santos, que introduziu o tema com o uso de memes e gifs que trouxeram aos palestrantes a ideia de que as mídias do Governo também são inovadoras e qual a importância desta abordagem para a conquista da atenção e entendimento por parte dos brasileiros.
Redes WeGov
O primeiro painel, o Painel Movimento de Renovação política, foi mediado pela diretora de Negócios da WeGov, Gabriela Tamura, e contou com Natalie Unterstell, Diogo Busse, e Leonardo Sechhi, representantes do movimento RenovaBR, criado em 2017 para preparar pessoas para entrar na política, e serem capazes de renová-la.
O segundo painel, sobre os cases de comunicação do HubGov, contou com a presença do Major Pablo Pereira da PMSC, Ana Patrícia Tancredo do TRE-SC, e Alícia Alão. Os painelistas abordaram o tema da comunicação dentro do programa HubGov, Programa interinstitucional de governos promovido pela WeGov anualmente.
No período da tarde, tivemos o Momento Brainstorm com a WeGover Jéssica Macedo, e, em seguida, os participantes foram liberados para dar um ‘rolezinho na feira de stands’, onde puderam votar nos 3 cases que mais gostassem. O dia finalizou em um happy hour de muita descontração e conexão no terraço da Softplan, com direito a chopp geladinho e um pôr-do-sol maravilhoso.
O segundo dia iniciou com a presença do nosso querido Paulo Azevedo, da ComCultura, que conectou os participantes motivando-os a ver uns nos outros características que não costumamos parar para perceber ou perguntar para pessoas que não conhecemos. Foi divertidíssimo!
Redes WeGov
Letícia Alcântara, do Senado Federal, foi quem deu continuidade à manhã do evento falando sobre as Redes sociais do Senador Romário, trazendo a ideia da importância da presença destas figuras nas redes sociais para o contato com os cidadãos. Em seguida, a WeGover Ana Camerano mediou o Painel da diversidade, que contou com as presenças de Pedro Souza, da Todxs e Marcos Lindenmayer, do CGU. Os três abordaram de forma muito bacana o papel importantíssimo desempenhado pelo gênero na comunicação em todos seus níveis.
À tarde, iniciamos com Raquel Costa, do TSE, falando sobre as Eleições 2018 e respondendo perguntas dos participantes em relação à este grande tema. Em seguida, Jéssica Macedo conduziu o Painel Randômico, que contou com a subida no palco dos próprios participantes para colaborar com os temas trazidos. E ainda pudemos contar com a visita do Rogério Rangel, da FINEP, para palestrar sobre o governo do futuro, em sua versão ‘Nem maior nem melhor, apenas diferente’.
E, por fim, O momento mais esperado teve lugar ao final do evento, quando o diretor André Tamura anunciou os três cases vencedores da premiação!

Os premiados pelo Redes WeGov

Ficou curioso pra saber quem ganhou a premiação? Os três vencedores do Prêmio 7º Redes WeGov foram:
Em primeiro lugar, o vencedor foi o case ‘Emendas Participativas 2017’, do Dep. Federal JHC, representados pelos queridos Jéssica de Oliveira Alves, Junior Tigre e Naara Lima Normande, que vieram lá de Alagoas para defender seu case de sucesso, e deu super certo!
Em segundo lugar, o vencedor foi o case ‘#vemproTST’, do Tribunal Superior do Trabalho, muito bem representado por Patrícia Resende, que voltou para Brasília muito satisfeita com a premiação!
E em terceiro lugar, ganhou o case ‘Amamenta Brasília – Eu Divido Meu Leite’, da Secretaria da Saúde do Distrito Federal, que orgulhou a representante Érika Bragança ao conquistar o prêmio!
Não é fácil resumir em duas páginas o que foi esse evento, porque o Redes WeGov é mais do que um evento sobre comunicação no setor público. O Redes é um encontro de amigos, de pessoas de todos os cantos do Brasil, de conexões e de compartilhamento de experiências enriquecedoras. É um espaço seguro, feito para o dialógo e para a interação entre comunicadores públicos de todo o Brasil.
Obrigada a todos que fizeram parte desse encontro e, aos que quiserem se juntar, nos vemos no Redes WeGov 2019!
Clique aqui para ver as fotos oficiais do evento.

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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Qual o nível da sua instituição?

Você com certeza já ouviu falar de que inovar no setor público é um desafio complexo, quase que impossível, certo? Há alguns anos, esse discurso era amplamente disseminado.
Hoje, não se pode falar em inovação sem o setor público. Mas, mesmo que a inovação já seja uma realidade dentro dos órgãos públicos, sabemos que eles se encontram em diferentes níveis de maturidade para inovar.
Por isso, a WeGov criou um instrumento de coleta de dados que vai ajudar as instituições públicas a diagnosticar a sua situação atual no contexto de inovação e a entender qual o seu nível de maturidade para inovar. Não deixe de acompanhar o post!

Maturidade para Inovar

Aqui na WeGov, entendemos que a inovação no setor público não acontece de forma pontual, ela demanda ações sistêmicas baseadas em quatro pilares principais: pessoas, conhecimento, estratégia e cultura. Cada um desses pilares se divide em subdimensões estratégicas que compõem o sistema das instituições públicas:
Maturidade para inovar
Com base nesses quatro pilares, podemos identificar onde estão as forças e fraquezas da instituição pública para inovar e potencializar os processos de aprendizagem de forma mais assertiva.
Por isso, desenvolvemos uma pesquisa a ser aplicada com as instituições públicas que desejam compreender sua maturidade para inovar.

A pesquisa de maturidade e os níveis para inovar

A pesquisa de maturidade é um instrumento de coleta de dados que vai ajudar as instituições públicas a diagnosticar em qual nível de maturidade para inovar elas se encontram. Mas, mais do que isso, a pesquisa possibilita criarmos uma radiografia do serviço público brasileiro no contexto da inovação.
São 26 perguntas de acordo com os pilares que comentamos anteriormente, que devem ser respondidas pelos servidores públicos interessados em saber em qual nível de maturidade para inovar se encontra a sua instituição. Os níveis são:
maturidade para inovar
Saber em qual nível para inovar a sua instituição se encontra não aponta apenas para o contexto da inovação, mas também permite uma visualização dos pilares que a instituição tem maior déficit.
Bom, se você chegou até aqui, provavelmente você está interessado em descobrir qual o nível de maturidade para inovar da sua instituição, certo? Para facilitar o processo, nós criamos alguns caminhos que podem ajudar a sua instituição a entender os níveis de maturidade e a subir na escala. São dois passos simples:
Passo 1: Responda a Pesquisa de maturidade
A pesquisa é dividida em 26 questões, com as respostas em escala de 01 a 05. Você levará aproximadamente 20 minutos para responder, e em alguns dias daremos um feedback com sugestões de caminhos a seguir.
Separe esses minutinhos do seu dia, faça um cafezinho e responda com calma e sinceridade. Para ter respostas mais imparciais, recomendamos que pelo menos 3 pessoas da sua instituição respondam – mas se não for possível, tudo bem!

Acesse a pesquisa aqui

Passo 2: Crie um plano de ação com base no nível de maturidade
Nosso intuito é fazer com que as instituições tenham acesso à métodos e ferramentas necessários para subir na escala de maturidade para inovar. Sabemos que trilhar esse caminho sozinho não é fácil, por isso criamos um encontro para compartilhar esses resultados, e ele se chama: Escala GP – Gestão Pública.
O Escala GP é um encontro pensado para reunir as instituições públicas que responderem a pesquisa a fim de gerar impactos positivos no compartilhamento de experiências. O encontro acontecerá no dia 18 de junho, em Florianópolis/SC e será gratuito para todas as instituições que responderem a pesquisa de maturidade.
A programação irá abordar:

  • Os resultados da Pesquisa;
  • Compartilhamento de experiências entre as instituições e;
  • uma oficina para construir um Plano de Ação com o intuito de subir na escala de maturidade para inovar.

As inscrições para o encontro já estão abertas e você pode se inscrever aqui (lembrando que responder a pesquisa é um pré-requisito para participar).
Resumindo, caso você queira uma experiência completa para entender em qual nível de maturidade para inovar a sua instituição se encontra, basta (1) responder a pesquisa de maturidade e (2) participar do encontro Escala GP.
Ficou com alguma dúvida? Estamos totalmente à disposição para ajudar no que for preciso ter você nesse movimento de inovação no setor público. Envie um email para leonardo@wegov.com.br caso queira obter mais informações 🙂


Fique por dentro

Acompanhe nossas redes sociais para ficar por dentro de todos os conteúdos de inovação no setor público!

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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Estivemos em Brasília nos dias 05 e 06 de dezembro de 2017.

Estivemos, pela segunda vez, no Ministério da Fazenda ministrando a oficina Social Media Gov, que fez parte do 2º Workshop de Comunicação Digital do Ministério.
Gabriela Tamura e André Tamura, os fundadores da WeGov, facilitaram a oficina que contou com mais de 30 participantes e teve duração de 16 horas.
As atividades foram voltadas ao papel das mídias sociais em governo e como a comunicação digital vem pautando a comunicação dentro de instituições públicas.
A oficina foi estruturada em dez passos, a fim de que o profissional social media gov possa basear sua atuação nas redes:
Passo 1: Introdução e contexto;
Passo 2: Mobilize os gestores;
Passo 3: Planejamento estratégico;
Passo 4: Linha editorial;
Passo 5: Atendimento ao cidadão;
Passo 6: Acompanhe o movimento;
Passo 7: Rede e relacionamento;
Passo 8: Publicar ou não publicar;
Passo 9: Beleza é fundamental;
Passo 10: Prepare-se para sair.
Seguindo esses passos, a oficina percorre uma narrativa onde os participantes têm a possibilidade de co-criar a estragégia de comunicação mais assertiva ao cidadão, passando do planejamento às formas de implementação.
Dentre as questões levantadas na oficina, os facilitadores questionaram como as intituições públicas podem facilitar a experiência digital do cidadão, como alinhar a atuação em redes sociais e canais digitais com outros setores e/ou instituições e como caracterizar as instituições nesses meios.

Comnuicação no Ministério da Fazenda

Durante a oficina, Patricia Mesquita, da Assessoria de Comunicação do Mininstério, apresentou as diretrizes de redes sociais e de comnuicação com a imprensa. O material será divulgado para todas as instituições que fazem parte da “galáxia” fazendária, entre elas, a Receita Federal e a Previdência.
Oficina Social Media Gov, para a Escola de Adminstração Fazendária.


Encontro marcado

Quer saber mais sobre comunicação digital no setor público? O 7º Redes eGov, melhor evento do tema no Brasil, já tem data para acontecer! Marque na sua agenda: 19 e 20 de abril de 2017.
Em breve mais informações

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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O evento aconteceu no dia 1º de Dezembro de 2017.

Há 3 meses realizamos o evento de encerramento do HubGov 2017. Foram 6 meses formando inovadores no setor público, através de trilhas de aprendizado, experimentação e a busca conjunta por um governo colaborativo. Nessa edição, tivemos 14 instituições públicas participantes e 55 servidores públicos de Santa Catarina trabalhando desafios complexos considerando sempre o propósito de servir melhor aos cidadãos.
O programa estreou um modelo inédito no Brasil, pilotando uma forma interinstitucional de trabalho ao fomentar o compartilhamento de conhecimentos e o aprendizado com o outro. Das 14 propostas de solução, já foram 8 protótipos implementados e 3 laboratórios de inovação foram criados.
Foi o começo de um novo movimento no setor público, de uma jornada transformadora que culmina em um ponto: a chegada ao governo do futuro. E esse movimento está em expansão.
O HubGov 2017 iniciou um ciclo que fica cada vez mais forte, estabelecendo uma rede mais poderosa de inovadores na esfera pública… E agora, espalhada pelo Brasil. Lançamos, no dia 01 de Dezembro, o programa HubGov 2018 | Governo do Futuro.

O HubGov 2018

Assim como a edição de 2017, o novo HubGov será um programa interinstitucional de inovação no setor público, porém com escopo mais abrangente. Para 2018 as atividades serão realizadas em quatro estados diferentes: Distrito Federal, Santa Catarina, São Paulo e Goiás, contando com a participação de 32 instituições públicas, 132 servidores públicos e 1 comunidade virtual.
A abertura do programa está prevista para Março de 2018 e ainda conta com algumas vagas em aberto para instituições públicas enviarem uma equipe. Serão quatro meses de duração do programa, que contará com:
Mentorias;
Oficinas e eventos;
Reuniões Interinstitucionais;
Mobilização interna;
Espaço colaborativo de trabalho;
Encontro de líderes.
O foco da edição de 2018 estará na comunidade virtual criada especialmente para os servidores públicos participantes do programa, conectando as equipes dos diferentes estados e da edição anterior.

O evento de Lançamento

No evento de Lançamento contamos com diversas participações especiais e palestrantes importantes para o impacto que queremos gerar para o próximo ano. Abrindo o evento esteve Moacir Marafon, um dos diretores-executivos da Softplan, que apresentou a parceria com a WeGov e a conexão entre as duas empresas na busca por uma gestão pública mais eficiente.
HubGov 2018
Para conversar sobre o que foi o HubGov na primeira edição, chamamos o vencedor do prêmio Hubgover modelo, Rhuan Bittencourt, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA), e a Ana Patrícia Petrelli, que compôs a equipe do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina e que ganhou o prêmio de melhor solução desenvolvida.
O evento de Lançamento proporcionou um momento emocionante entre a WeGov e a primeira turma dos hubgovers, aproximando-os dos futuros participantes e mostrando que a transformação no setor público é possível. Adriana Aquini, que esteve na equipe dos Correios de Santa Catarina no HubGov anterior, comenta que

A WeGov nos emociona, empodera, e nos deixa cada vez mais inquietos… Materializa nossos sonhos de ressignificar o governo e de ter orgulho da nossa profissão.

Com o objetivo de trazer novas perspectivas e inspirações aos futuros hubgovers, convidamos Rafael Poço, do Instituto Update, co-fundador e apresentador da nova série da Globonews ”Política: Modo de Usar” para palestrar sobre tendências de inovação na América Latina.
Em seguida, subiu ao palco a empreendedora pública Romina Benitez, que apresentou o caso do Ministério de Modernização da Argentina na construção de capacidades para a transformação social.
HubGov 2018
HubGov 2018
Encerramos o dia com a assinatura, em tempo real, de representantes de instituições públicas que participarão do HubGov 2018 e com a expectativa de um novo modo de pensar em governo.
As instituições foram:

  • Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina;
  • Secretaria de Estado da Administração de Santa Catarina;
  • Secretaria de Estado da Segurança Pública de Santa Catarina;
  • Assembleia Legislativa de Santa Catarina;
  • Governo do Estado de Goiás;
  • Agência Nacional de Aviação Civil;
  • Ministério do Meio Ambiente;
  • Correios;
  • Governo do Espírito Santo.

Nós ainda contamos com a participação no HubGov 2018 da Prefeitura de Bombinhas/SC, do Tribunal Superior Eleitoral e da Polícia Militar de São Paulo que, infelizmente, não puderam estar presentes no evento para assinatura.
HubGov 2018
Por fim, gostaríamos de agradecer a todos que possibilitaram e possibilitam a realização desse programa .
Obrigada a primeira turma de HubGovers, por ter acreditado em um futuro melhor e aberto a mente à inovação. E muito obrigada às instituições e participantes do HubGov 2018 pela confiança e vontade de transformar o governo. Nós acreditamos na execução desse programa e queremos continuar essa jornada juntos, comemorando as conquistas e enfrentando os desafios do setor público!


Mais informações

Você faz parte de uma instituição pública e gostaria de incluí-la no HubGov 2018? Estamos à disposição para tomar um café e conversar. Não deixe de entrar em contato conosco para marcar uma conversa!

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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Aconteceu nos dias 27 e 30 de Outubro.

Cocriação de Serviços Judiciários no IJUSPLAB

Matéria oficial da Justiça Federal de São Paulo
Terminou em 9/11 o curso que, por meio de cocriação a respeito de serviços judiciários, capacitou um grupo de magistrados e servidores a aplicarem técnicas de design estratégico e metodologias colaborativas. A pedido da presidência do TRF da 3ª Região, o desafio era criar uma proposta para estudos de um novo modelo de gestão nas varas federais da JFSP. O curso aconteceu no Laboratório de Inovação da Justiça Federal da 3ª Região (iJuspLab), na capital, e teve como facilitadores o professor Álvaro Gregório, André Tamura e Gabriela Dourado.
O juiz federal Paulo Cezar Neves Junior, diretor do Foro da Seção Judiciária de São Paulo, explicou que um dos objetivos desse treinamento foi o de encontrar, por meio das técnicas de inovação, a melhor forma de conduzir o trabalho nas secretarias e gabinetes dos Fóruns, considerando as mudanças trazidas pela implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJe), as restrições orçamentárias e novas tecnologias que estão surgindo.
“Trata-se de um conjunto de ideias que ainda serão mais debatidas com magistrados e servidores antes de finalizarmos a proposta que será entregue à Presidência”, disse Paulo Cezar Neves Junior.
Na capacitação, os participantes foram divididos em duas equipes e receberam o desafio de criar um projeto para ser apresentado ao final do curso. Eles aprenderam conceitos de design estratégico; identificação de problemas; público-alvo; geração de ideias; elaboração de protótipos; testes com usuários; apresentação das propostas; entre outros.
“Com essa metodologia, temos condições de pensar os nossos projetos de forma coletiva e testá-los antes da implementação, de modo que a capacitação é fundamental para que possamos consolidar essas ideias dentro da Seção Judiciária de São Paulo”, afirmou a juíza federal Luciana Ortiz Zanoni, vice-diretora do Foro (capital).
Oficina Design Estratégico e Metodologias Colaborativas para a Justiça Federal de São Paulo
Na fase de testes, diversas instituições que atuam na Justiça Federal foram convidadas a conhecer os projetos desenvolvidos pelos grupos. Representantes da Advocacia-Geral da União (AGU), Ordem dos Advogados do Brasil, Caixa Econômica Federal, Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional e Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal (Sintrajud) puderam debater pontos de cada modelo, esclarecer dúvidas e dar sugestões para o aprimoramento.
“O fato de a OAB ser chamada para colaborar com as instituições é motivo de muita alegria. Com a utilização em grande escala dos serviços da Justiça, não há outra opção a não ser nos convocar para que, juntos, possamos criar sistemas de facilitação do trabalho”, ressaltou o advogado Rodolfo Ramer, representante da OAB/SP.
Na opinião do procurador regional da União, Luiz Carlos de Freitas, “é importante conhecer como a Justiça Federal está se estruturando para trabalhar com o processo eletrônico, pois isso permitirá que as unidades da Advocacia-Geral da União também se preparem para essa mudança”.
Juízes e servidores que integraram as equipes falaram sobre a importância de os projetos contarem com uma abordagem multidisciplinar. “Para fazermos inovação temos que ter pessoas com diferentes formas de pensar. Isso faz com que a visão não fique restrita a determinado seguimento e cada um possa dar a sua contribuição”, disse o servidor Luiz Guilherme Martins.
Para a juíza federal Regilena Fukui Bolognesi, o processo de cocriação e a participação democrática dos envolvidos foi o grande diferencial na elaboração dos projetos. Fabiano Lopes Carrara, juiz federal auxiliar da presidência do TRF3, ressaltou que todos tiveram a oportunidade de expor suas ideias de modo franco e aberto. “A ideia é justamente esta: permitir que as pessoas tragam para o Laboratório como veem a Justiça e como gostariam que ela se tornasse”, pontuou o juiz.
Álvaro Gregório conclui:

Os grupos produziram duas boas propostas que foram o resultado de um conjunto de ideias, com soluções atuais e uma dinâmica flexível. Isso fará com que a organização comece a acompanhar mais de perto as mudanças sociais, tecnológicas e até mesmo jurídicas que estão ocorrendo.

Confira a matéria na íntegra.


Quero saber mais

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Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Ana Camerano
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Ministramos a oficina de Comunicação Interna com o TRE de Tocantins.

Nos dias 06 e 07 de Novembro estivemos, pela primeira vez, em Palmas no Tocantins ministrando uma oficina para a turma do Tribunal Regional Eleitoral do estado.
Estiveram presentes as seguintes áreas:

  • Secretaria de Gestão de Pessoas;
  • Secretaria de Administração e Orçamento;
  • Secretaria de Tecnologia da Informação;
  • Secretaria Judiciária e de Gestão da Informação;
  • Corregedoria Regional Eleitoral;
  • Coordenadoria de Controle Interno e Auditoria;
  • Assessoria de Planejamento e Gestão;
  • Assessoria de Pesquisa;
  • Estratégia e Gestão da Qualidade;
  • Assessoria de Comunicação;
  • Chefes de Cartório de cinco zonas eleitorais;
  • Escola Judiciária Eleitoral.

O tema foi Comunicação Interna, que contemplou uma parte conceitual e uma parte prática. Os participantes discutiram, geraram um diagnóstico e operacionalizaram processos de trabalho dessa atividade tão relevante para instituições públicas.

Parte Teórica

Nesse momento inicial, foram abordados o processo de liderança e seus parceiros, o conceito, a centralização e descentralização, canais disponíveis, comportamento dos usuários, métricas de análise, reestruturação e ampliação de canais e campanhas da Comunicação Interna.
Essa etapa provocou os participantes a repensarem a comunicação interna dentro da sua área e instituição, quais os desafios a serem superados e a sua relação com a gestão do conhecimento.
Oficina de Comunicação Interna TRE-TO - WeGov

Parte Prática

Após o momento de conceituação e estratégia, foi a hora da turma colocar a mão na massa. Os participantes fizeram um diagnóstico sob diferentes aspectos da Comunicação Interna do Tribunal Regional Eleitoral de Tocantins.
As equipes formadas levantaram problemas de comunicação interna da instituição, e os temas propostos foram:
Centralização da informação;
Falta de interesse e reconhecimento da comunicação interna;
Falta de diálogo entre servidores do mesmo setor;
Deficiência de Comunicação dentro das unidades.
Para completar a atividade, as equipes planejaram campanhas e um plano de ação com objetivo, público, conceito, peças, canais, personas institucionais, custos e cronograma de resolução.


Agenda 2018

Já estamos com a agenda aberta para o segundo semestre de 2018. Se você quiser levar uma de nossas oficinas para dentro da sua instituição, não deixe de conversar com a gente!

Por Ana Camerano

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Aconteceu em Brasília/DF, nos dias 06 e 07 de Novembro.

Nos dias 06 de 07 de Novembro de 2017, em Brasília/DF, a equipe da WeGov ministrou a oficina Inovação em Processos de Trabalho para integrantes da equipe da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Os participantes da oficina foram os integrantes selecionados por suas boas práticas e iniciativas dentro da Agência, como forma de reconhecimento ao bom trabalho que vêm desempenhando.

Primeira parte

A oficina, que foi inédita, trouxe uma visão abrangente da inovação no setor público, abordando diferentes conceitos sobre o tema e contextualizando o cenário atual da sociedade.
No momento seguinte da oficina, os participantes foram introduzidos à abordagem do Design Thinking como solução de problemas complexos. Através do desenvolvimento de uma matriz, a turma levantou alguns problemas e desafios enfrentados internamente na instituição.
Oficina Inovação em Processos de Trabalho para a Agência Nacional de Transportes Terrestres.

Segunda parte

Para a segunda etapa, os participantes buscaram soluções aos desafios elencados no início, por meio de práticas e dinâmicas colaborativas. O objetivo da oficina era que a turma participasse do processo e refletisse sobre os problemas institucionais enfrentados.
Para enriquecer a oficina, convidamos Márcio Tancredi, Diretor-Executivo de Gestão do Senado Federal, e Rodrigo Narcizo, Gerente técnico de Gestão do Conhecimento na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Os convidados apresentam seus cases de inovação, compartilharam seus conhecimentos e trocaram experiências com os participantes. O momento foi importante pois trouxe movimentos externos à oficina e elucidações em relação aos desafios da ANTT.
No encerramento, chamamos os participantes para responder em uma palavara “Inovar é…“, e o resultado foi o seguinte:
ANTT
De um modo geral, a oficina trouxe à instituição o pensamento inovador e “provocou” os participantes a investirem em novas práticas dentro da rotina de trabalho. A Agência Nacional de Transportes Terrestres deu o primeiro passo e está se lançando em iniciativas de inovação.


Agenda 2018

Já estamos com a agenda do segundo semestre de 2018 aberta! Portanto, não deixe de entrar em contato conosco e levar uma de nossas oficinas para dentro da sua instituição.

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

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Aconteceu nos dias 23 e 24 de Outubro de 2017.

Acreditamos que iniciativas como esta de ‘pensar diferente’, por meio de novos métodos para solução de problemas, são imprescindíveis para colocar o governo no século XXI.

Esse foi um dos muitos depoimentos dos participantes que estiveram presentes na oficina de Design Thinking realizada com o Governo do Espírito Santo.
Ministrada por Patrícia Garcia e Lincon Shigaki, a oficina fez parte da trilha de capacitação em inovação, lançada pelo Laboratório de Inovação na Gestão – Lab.GES em parceria com a Escola de Serviço Público do Espírito Santo (Esesp).
O Governo do Espírito do Santo vem desempenhando um papel inovador dentro do cenário brasileiro. Iniciativas como a criação do Lab.GES e da Trilha de Capacitação em Inovação estão promovendo a integração e colaboração com outros órgãos do governo e fortalecendo a inovação intersetorial.
Ambas as iniciativas foram lançadas recentemente, na Semana da Inovação, que aconteceu nos dias 16, 17, 18 e 19 de Outubro.

Oficina Design Thinking para a Escola de Serviço Público do Espírito Santo

A oficina

A oficina Design Thinking foi realizada nos dias 23 e 24 de Outubro, na capital Vitória. Estavam presentes representantes da Escola de Serviço Público do Espírito Santo, Secretaria de Gestão de Recursos Humanos/ES, Secretaria do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social/ES, Secretaria da Educação/ES, Secretaria da Cultura/ES, Secretaria da Economia e do Planejamento/ES e outras instituições.
A abordagem da oficina seguiu o conceito de Learn by Doing, trazendo dinâmicas bastante práticas. Os participantes utilizaram ferramentas e conceitos do Design Thinking para prototipar uma solução a um desafio real enfrentado pelo Governo do Espírito Santo.
A turma se dividiu em 5 (cinco) grupos, onde cada grupo propôs um desafio a ser solucionado. Foram eles:
Desafio: “Como podemos criar uma solução integrada para ter um ambiente seguro na escola?”
Desafio: “Como garantir o atendimento a mulheres em situação de violência, por meio da padronização e integração dos serviços públicos?”
Desafio: “Como tornar a experiência do cidadão mais agradável no atendimento nas unidades hospitalares da Grande Vitória?”
Desafio: “Como podemos emancipar as famílias que vivem em extrema pobreza no Espírito Santo?”
Desafio: “Como aproveitar melhor os talentos individuais dos servidores públicos e fazer com que se sintam parte da criação e implementação de ações públicas efetivas?”
Todas as soluções propostas visam atender a um dos desafios e seguem vias de implementação futuramente.

Nós discutimos temas complexos e o Estado lida com problemas complexos. As soluções não são simples mas existem, e o Design Thinking pode auxiliar no processo.


Encontro marcado

E a inovação não pode parar! Nos dias 20, 21 e 22 de Novembro temos mais um encontro marcado com o Governo do Espírito Santo, dessa vez ministrando a oficina Laboratórios de Inovação.
Se você também quer levar esse aprendizado para dentro da sua instituição, entre em contato conosco para tirar todas as suas dúvidas!

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

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No dia 10 de Outubro de 2017, A WeGov visitou o laboratório de inovação da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina.

O HubGov 2017 encerrou há pouco mais de um mês, mas o trabalho e a construção prática das soluções desenvolvidas no programa seguem a todo vapor!
Com clima de continuidade, as 13 instituições públicas que participaram do programa e apresentaram sua proposta de solução batalham pela implementação da mesma, superando os desafios e obstáculos muitas vezes enfrentado no setor público.
Sob esse contexto, a WeGov fez uma visita a convite do Coronel Luis Haroldo, da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina, para visitar o recém-criado Laboratório de Inovação.
Definido desde o começo do HubGov, o desafio de montar o laboratório pautou as reuniões entre a equipe da SSP e a mentoria com Fabiana Ruas, Diretora do Centro de Pesquisa e Inovação do Tribunal de Contas da União.
SSP
O intuito do Laboratório é o de criar uma cultura de inovação em Segurança Pública, aproximando os setores e engajando as diversas diretorias da Secretaria. Ainda que o espaço não esteja completamente equipado, a equipe da SSP busca já criar uma rotina de trabalho dentro do laboratório, arquitetando o ambiente físico e trabalhando pela sua inauguração ainda este ano.
Durante a visita, os integrantes da SSP do HubGov apresentaram a trajetória de construção do laboratório, os desafios futuros e a importância da participação externa. O projeto contou com parceiros relevantes para sua criação, como a própria WeGov, o Social Good Brasil, o Tribunal de Contas da União e o Cocreation Lab.


HubGov 2018

Estamos há poucos meses do lançamento do HubGov 2018. Na edição do próximo ano, as atividades acontecerão simultaneamente em três estados federais, cada um enviando 8 instituições participantes. E a sua instituição pode ser uma delas! Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.