Nathália Rorato
Posted on

WeGover nas Zoropa!

Nathália Rorato, colaboradora da WeGov, viajou para a Geórgia e compartilhou sua experiência com o serviço público por lá. Nós ficamos chocados! Não deixe de ler 🙂

Conhecendo a Geórgia

Você já ouviu falar da Geórgia? Esse pequeno país entre a Rússia e a Turquia com pouco mais de 3,5 milhões de habitantes sofreu grandes crises nos últimos anos: sua economia impactada com o fim da União Soviética e conflitos que tiveram como consequência a perda do controle de duas partes do seu território. No entanto, adotou como medida de fortalecimento político e econômico diversas iniciativas de modernização, que podem ser inclusives visualizadas arquitetonicamente ao se visitar a sua capital, Tbilisi.
Em uma viagem de estudos tive a oportunidade de conhecer e me impressionar com esse país que mal conhecia. E dentre diversas descobertas, uma incrível inovação governamental! Um dos prédios que mais chama atenção ao se passear pelo centro da cidade, em uma grande estrutura que lembra cogumelos, é um dos casos mais emblemáticos que conheci.
O Public Service Hall (Hall de Serviços Públicos) criado em 2011, é nada mais nada menos que um prédio onde mais de 400 serviços são oferecidos em um único lugar a todos os cidadãos. Assim a estrutura reúne os mais diversos serviços governamentais, como o Registro Civil e Nacional. Outros exemplos são o Banco Nacional da Geórgia, o Ministério de Energia e de Justiça, e algumas empresas privadas (como de seguros, por exemplo).
A iniciativa ganhou o Prêmio de Serviço Público da ONU em 2012 e serviu de exemplo para alguns vizinhos, como a Ucrânia e o Azerbaijão. Além disso, o projeto não se resume apenas a capital, estando presente em mais de 40 cidades. Atendendo mais de 10 mil pessoas por dia, o tempo de espera do cidadão é de no máximo 8 minutos. Isso se deve a seus serviços automatizados que nos foram mostrados com muito orgulho pelas atendentes.
Geórgia
Um documento pode ser emitido no tempo de 1 hora, por exemplo. Alguns outros serviços que me surpreenderam foi um drive-thru (igual quando compramos fast-food no carro) para a retirada de documentos, uma área para as criança, e um local para realização de casamentos – além de um espaço café com uma atendente ‘móvel’ para que você possa fazer o seu requerimento caso queira esperar tomando um espresso.
Geórgia
Geórgia
Explorar o mundo é uma excelente forma de aprendermos com a experiência de outros países, a centralização de serviços públicos é um debate que deve ser levantado e reflexo nítido de inovação no setor público. Lugares que pouco conhecemos podem se tornar nossos exemplos! Que o governo único para cidadão único vire realidade também para todos os brasileiros.


Compartilhe conosco

Se você conhece algum outro exemplo de inovação no setor público, compartilha com a gente nos comentários!

Nathália Rorato
Posted on

Evento aconteceu no dia 01 de Setembro de 2017

Passamos juntos por muitas coisas. Foram 6 meses de aprendizados, de doses diárias de incentivos, de retomar a crença em um setor público mais colaborativo na busca de uma evolução social.
O HubGov terminou. Términos são sempre muito difíceis, mas esse término significa recomeço. Vimos 14 instituições trabalharem juntas por desafios internos que, apesar de distintos, eram semelhantes. Vimos 55 pessoas abertas a conhecer o novo, o outro e a repassar os seus conhecimentos.
Incontáveis horas de dedicação em eventos, oficinas e palestras que perpassavam o nosso campo de atuação, pois no final de cada dia, tudo que era produzido, seria adaptado e implementado imediatamente no cotidiano de cada uma dessas organizações públicas. A transformação das mentes provocando a inovação.

Essa foi uma jornada de transformação. Aprendemos e aplicamos uma abordagem de resolução de problemas centrada na pessoa, nas suas necessidades e nas suas dores, com a empatia permeando todo o processo de inovação. Descobrimos novas formas de olhar, de pensar… resgatamos a criatividade adormecida lá na infância e constatamos que um time produtivo também pode ser leve, divertido e criativo.

Confira o depoimento dos oradores na íntegra.
E no final, só nos restou celebrar!

O encerramento do HubGov

Encerramento Programa HubGov

No dia 01 de Setembro de 2017 foram apresentadas as propostas de soluções dos desafios trabalhados no semestre e brindamos ao desenvolvimento de cada pessoa que passou pelo Programa HubGov. “Formamos” esses profissionais que com certeza terão um trabalho mais significativo daqui para frente.
Os desafios futuros não serão apenas na implementação dessas soluções, mas em replicar a nossa mensagem, a de que é possível inovar em nossos serviços públicos, e a de que existem sempre pessoas que estão em busca desse propósito.
Obrigada HubGovers pelo engajamento e por acreditarem na realização desse programa, aprendemos muito com vocês ao longo desse período. Queremos continuar essa caminhada com todos, celebrando cada passo dado, cada desafio vencido e cada pequena vitória.

Apesar do tom de encerramento, hoje também é dia de iniciar uma nova jornada: o cultivo das sementes que foram lançadas. Sementes essas capazes de fazer brotar um serviço público melhor. Que cada um de nós possa descobrir o que nos torna únicos, o que fazemos de melhor. Que consigamos colocar nossos talentos a serviço, participando, cada um do seu modo, da construção de um mundo melhor, para nós e para as próximas gerações. O Brasil e o mundo precisam disso.

Confira o depoimento dos oradores na íntegra.

E agora WeGov?

E quanto a WeGov? Aqui, términos vão continuar significando recomeços. Estamos prontos para todos os servidores que têm dentro de si o espírito intraempreendedor.
O HubGov continua! Dentro do cotidiano dos nossos HubGovers, e construindo o futuro do setor público! Em breve será lançado o Programa HubGov 2018!
Fique por dentro das notícias da WeGov e não perca o lançamento!

Nathália Rorato
Posted on

No dia 13 de junho realizamos a Segunda Roda de Empreendedores Públicos.

As rodas de empreendedores tem o objetivo de aproximar os participantes do Programa HubGov com a Liga internacional de Intraempreendedorismo. Na primeira edição, discutimos o desafio de transformar organizações “de dentro para fora”, ou seja, empreender mudanças significativas por parte dos próprios servidores, com os recursos disponíveis e dentro das regras vigentes na instituição. A HubGover Adriana Aquini escreveu um artigo contando sobre a sua jornada intraempreendedora.

No encontro do dia 13, criamos um espaço colaborativo com os HubGovers para discutir as competências intraempreendedoras que se relacionam com a coletividade da inovação. Desta forma, discutimos estratégias para ganhar confiança com o grupo, promover colaboração entre setores e conectar a cultura organizacional com os desafios. Ao longo da conversa, passamos pelos seguintes tópicos:
Visualize seu sistema
Conecte-se com seus parceiros intraempreendedores
Continue escutando
Projeto para integração
Crie alinhamento cultural
Adapte a linguagem
Construa confiança
Seja generoso
Conecte-se num nível humano
Democratize a propriedade


Próximos passos

A WeGov apresentou ferramentas que possam ajudar, na prática, os HubGovers nos seus desafios. Além disso, construímos um espaço de compartilhamento para trocar experiências e despertar ideias para aplicar na instituição de cada HubGover.
Continue acompanhando a WeGov para saber sobre as Rodas de Empreendedores Públicos.

Nathália Rorato
Posted on

Inovação não é sinônimo de complicação

Percebi, ao longo do meu trabalho desenvolvido na WeGov, que muitas vezes a inovação em governo é tida como sinônimo de inovação tecnológica. Obviamente há uma confusão lógica entre esses dois campos, que buscam repensar processos não mais eficazes e a sua substituição ou evolução, conforme as novas ideias e novos recursos que os dias modernos apresentam.
No entanto, há um conceito chave que deve ser elucidado: para que uma inovação ocorra, não é necessariamente preconizado o uso de tecnologias. Tenho dúvidas se tirar uma ação obsoleta do papel e transformá-la em um clique no seu celular ainda é considerado um método de inovação. Os recursos que temos hoje fazem dessa uma decisão óbvia, e não mais estratégica. No meu ponto de vista, a inovação vai muito além disso. Ela preconiza um novo meio de relação e interação entre uma problemática e a sua solução.
Foi isso que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano fez, ao tentar engajar cidadãos na instrução de como agir em emergências públicas. Os comunicados em suas redes sociais e sites não atingiam a população, e foi necessário repensar como despertar o interesse da sociedade para esse importante tópico.
Nesse sentido, a instituição lançou a “Força Tarefa Zumbi”, explicando como se proteger de um ataque zumbi com informações verdadeiras de como proceder em emergências públicas, tais como métodos de prevenção de passagem do vírus, procedimentos para acidentes ambientais, como montar um kit de emergência e utilização das informações divulgadas no site do Centro.

A ideia principal era que ao preparar a população para um ataque zumbi, ela estaria preparada para qualquer emergência.

Assim, utilizando técnicas básicas de storytelling, os personagens Todd, Julie e o cachorro Max ensinavam a população a se preparar para imprevistos da vida cotidiana.Esse caso serve como exemplo de uma inovação simples, por demonstrar que ao conhecer o seu público alvo, a instituição foi capaz de desenvolver uma solução que exigia baixos recursos e alto retorno.
A inovação não tem uma receita certa, mas pode ser mais simples do que imaginamos. Aqui seguem 4 passos básicos para implementá-la:
Conheça o seu público-alvo: utilize métodos tais como o mapa de empatia e a pesquisa etnográfica para delimitar os interesses e dores do seu público
Engaje: pense em ações que garantam uma mobilização e ownership do seu projeto – storytelling e atividades colaborativas podem alavancar a participação da população
Desapegue: pense em soluções que estejam dentro do seu campo de atuação, e que não fujam do orçamento possível dentro da sua instituição
Resista!: nem sempre as inovações são aceitas ou adotadas por todos de um dia para o outro – planeje prazos realistas e deixe muito claro os ganhos da adoção desse novo método.
A inovação pode acontecer sem grandes dispêndios financeiros ou dependência da área de tecnologia da informação – basta usar a criatividade e os ingredientes que possui para trazê-la à prática na sua instituição!

Nathália Rorato
Posted on

É possível e está acontecendo

Apesar de ainda ser um conceito em desenvolvimento, os coworkings estão cada vez mais inseridos na vida das pessoas. Inicialmente pensados como espaços úteis para profissionais autônomos, hoje em dia esses espaços comprovaram que também podem absorver pequenas empresas e diversas iniciativas empreendedoras, formando ambientes de troca de experiências, prestação serviços e exploração da criatividade.
Segundo o site Global Coworking Map, já existem mais de 1500 coworkings pelo mundo. Cada um com sua característica própria, esses espaços variam em design e perfil, mas apresentam características em comum que contribuem muito para o mundo dos negócios e futuro do trabalho em sociedade. Ao sair do escritório tradicional, os coworkings transformam o cotidiano dos profissionais, seja ao apresentar uma arquitetura moderna e desconstruída, ao organizar eventos que estimulam a inovação, ou ao proporcionar momentos de conversa entre diferentes organizações que podem aprender com as experiências de outras.

Mas o que isso tem a ver com governo?

Já há casos no Brasil e no mundo em que o governo passou a reconhecer os benefícios sociais que esses espaços trazem para seus cidadãos. Um exemplo é o caso do governo de Tel Aviv, em Israel, que em 2011 abriu dois coworkings: The Library e Social Lab. Ambos são geridos pelo município e com enfoque nos campos tecnológico e social, e são vistos como iniciativas de responsabilidade governamental ao estimular os novos profissionais lá presentes.
Outro exemplo que acabou de ser lançado é o Worktiba, da prefeitura de Curitiba. Segundo Alexandre de Oliveira, presidente do Instituto Municipal de Administração Pública, esse é o único coworking no Brasil gerido e financiado pelo município, com essência empreendedora.
A WeGov ficou durante 18 meses em um coworking, o Impact Hub Floripa. Ao realizarmos nossas atividades nesse espaço, começamos a perceber atitudes espontâneas dos nossos clientes, que passaram a se interessar cada vez mais por essa proposta de trabalho. Já vimos que as instituições públicas podem e devem apoiar iniciativas como essas, mas passamos a nos perguntar, ‘e se trouxéssemos o governo para dentro desse mundo?’.

“Já vimos que as instituições públicas podem e devem apoiar iniciativas como essas, mas passamos a nos perguntar, ‘e se trouxéssemos o governo para dentro desse mundo?”

Sempre organizamos atividades onde reunimos diferentes esferas e poderes do setor público, isso diversificou e enriqueceu nosso trabalho. No coworking do Programa HubGov, conseguiremos expandir as trocas de experiências necessárias para provocar a maneira que governo trabalha e se relaciona com ele mesmo (G2G), o que reflete também a sua relação com os cidadãos e aprestação de serviços. Ao unirmos 60 pessoas de 15 instituições diferentes em um mesmo ambiente de trabalho, a magia acontece.


Motivos para estar no coworking do HubGov

Diferentes pontos de vista: com 15 instituições em um mesmo espaço, uniremos perspectivas e áreas diferentes, que irão utilizar suas expertises ao cooperar com as iniciativas que serão empreendidas por outros grupos.
Erros e acertos: muitas vezes nos centramos em soluções que já foram testadas e prototipadas por outros, sem conhecimento. Isso é imperativo também dentro das instituições públicas, que podem utilizar-se de experiências das outras ao validar uma ideia.
Estímulo criativo: ao sair de nossos espaços de trabalho cotidianos para um ambiente que inspira inovação e atividades cognitivas, ficamos mais abertos a inspirações e motivados para novas ideias.
Não estamos sozinhos: trazer essas pessoas para um único ambiente é um importante aliado de construção de uma identidade comunitária, ao vermos que questões similares acontecem na realidade de diversas instituições.
Estamos aqui para te apoiar: o coworking servirá para os participantes botarem em prática os aprendizados do Programa HubGov, sempre com o apoio da WeGov e de seus mentores, constantemente estimulando atividades propícias para a inovação!

Está interessado em conhecer esse espaço?
Entre em contato com a gente

Nathália Rorato
Posted on

Encontrando o propósito na WeGov

Marcamos uma conversa, e eu não fazia ideia do que esperar. Que empresa é essa que só trabalha com o setor público? Inovação em governo?!
Minha opinião era o senso comum: o governo está fadado ao fracasso. nada funciona e os servidores públicos, confortados por uma carreira estável, fazem menos do que a sua obrigação.

E então a WeGov aconteceu…

Em uma conversa simples, vimos que queríamos trabalhar juntos – e eu queria sonhar junto também, só não sabia como.
É claro que, já no primeiro dia, o André me deu um livro: “Como encontrar o trabalho da sua vida”, de Roman Krznaric. Vou compartilhar com vocês o meu trecho preferido, de E. F. Schumacher, citado no livro:

“Não quero cair na rotina.
Não quero ser escravizado por máquinas, burocracias, tédio e feiura.
Não quero me tornar um imbecil, um robô, um peão.
Não quero me tornar um fragmento de pessoa.
Quero fazer o meu próprio trabalho.
Quero viver com (relativa) simplicidade.
Quero lidar com pessoas, não com máscaras.
As pessoas importam. A natureza importa. A beleza importa. A inteireza importa.
Quero ser capaz de me importar.”
Quero ser capaz de me importar.”

Foi isso que encontrei aqui. Muito mais do que servidores públicos desmotivados, passei a entender as suas realidades e a conhecer pessoas que queriam transformá-la, empreende-la, mesmo em um sistema extremamente engessado e burocrático. Encontrei pessoas que queriam inovar, trazendo para dentro das suas instituições metodologias desafiadoras onde o tradicional imperava.
Encontrei um casal, que ao se importar, vem restabelecendo a conexão entre os gestores públicos, e trabalhando arduamente pelo aprimoramento de todo o setor. Um casal que também se importou muito com a experiência do meu primeiro estágio, e levarei comigo tudo o que me ensinaram, em qualquer que seja a minha escolha futura profissional.

O propósito no início da jornada

A WeGov foi um presente que tive, nesse primeiro passo da minha trajetória. Hoje, o sonho da Gabi e do André é meu sonho também: quero trazer a mudança para sociedade através do meu trabalho e do meu governo, principalmente em um momento em que está tão desacreditado. Fico muito feliz em ter trabalhado com todos vocês, em especial, com os meus WeGovers:
Gabriela, André, Tainara e Patrícia. Tenho certeza que esse é só o início de uma história linda, a qual estarei acompanhando de onde estiver.
Existem pessoas que querem fazer a diferença. Pessoas que se importam.
A vocês, o meu agradecimento.

Nathália Rorato
Posted on

Desafio aceito, time formado! #GGovJam

Ficamos muito felizes com a qualidade e quantidade de pessoas que aceitaram o desafio de passar três dias co-produzindo e pensando em novas formas de resolver as questões do setor público com a WeGov no Global Gov Jam.
Gostaríamos muito de acolher os 97 inscritos, mas temos o limitador do espaço físico e da condução para um trabalho produtivo. Tivemos o difícil trabalho de selecionar um grupo de pessoas que pudesse representar todos (uma missão quase impossível).
Aos que foram selecionados reforçamos o compromisso de estar presente, o processo foi concorrido e escolhemos você. Contamos com sua presença, certo?

Dois Times

A dinâmica de trabalho que desenhamos consiste em dois times, a saber:
Time Criação*: Trabalhará duro, nos dias 31, 01 e 02 de junho de 2016 (16 horas de programação) para criar a solução a partir do desafio global.
Time Validação*: Deverá estar presente no dia 02 de junho (9h00 às 16h00), para testar, opinar e gerar insights para as soluções propostas pelo time de criação.
A presença dos selecionados dos dois grupos é fundamental para o resultado final do Global GovJam.
Serão 3 dias de maratona e 5 grupos formados de forma heterogênea. Todo o trabalho será a partir de um desafio surpresa lançado globalmente e os participantes terão que estruturar e gerir soluções para sua realidade local. No final os grupos apresentarão suas propostas para uma banca avaliadora e premiaremos o grupo que receber mais pontos dos avaliadores com o Kit Executa (premiação surpresa que ajudará o grupo a colocar a proposta na rua).

Lista dos selecionados

Adriana do Nascimento Aquini – Correios *Criação*
Adriana Pedroni de Melo – Prefeitura Municipal de Presidente Nereu *Criação*
Alexandre Tomasoni – Autônomo *Criação*
Allison Ricardo do Prado – Católica *Validação*
Amanda Arioli Putti – UDESC e Impact Hub Floripa *Criação*
Anderson Cardoso Rubin – TRE/SC *Criação*
Anderson Fagionato – Plurio *Criação*
Bruno Depizzolatti – Secretaria de Segurança Pública SC *Criação*
Cristiana Meurer – Hospital Governador Celso Ramos *Validação*
Daniela Custódio- Universidade do Estado de Santa Catarina *Validação*
Denise Silvestrin – Universidade Federal de Santa Catarina *Validação*
Diego Calegari – Secretaria de Estado da Educação SC *Criação*
Diego Felipe Marzarotto – Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina *Criação*
Djonathan Pereira – Universidade do Estado de Santa Catarina *Criação*
Eduarda Montibeller Schuch – Universidade Federal de Santa Catarina *Criação*
Eduardo Sguario dos Reis – CIASC *Criação*
Emannuel dos Santos Costa – Instituto de Urbanismo Colaborativo *Criação*
Emanuel de Souza Pereira – Fundação Catarinense de Cultura *Criação*
Fernando Silveira – Assembleia Legislativa de Santa Catarina *Criação*
Gabriela Grespan – Casa & Arquiteturs *Validação*
Giovanni Dorneles Bosil – Secretaria da Agricultura e da Pesca de SC *Criação*
Julieta Wilbert – Correios *Criação*
Larissa Cataneo Dutra – Universidade Federal de Santa Catarina *Criação*
Larissa Martins – Assembleia Legislativa de Santa Catarina *Criação*
Leonardo Yukio Kussama – Caixa Econômica Federal *Criação*
Lorena Bruschi – Governo de Mato Grosso *Criação*
Luís Carlos Zaia – Câmara Municipal de Florianópolis *Validação*
Luisa Juliana Silveira Lopes – ICMBio *Validação*
Mariana Laporta Barbosa – Universidade Federal de Santa Catarina *Validação*
Mateus Bernardino Neto – MB Consultoria *Validação*
Natália Mellilo Pirath – AIESEC em Florianópolis *Criação*
Osvalmir Tschoeke – Fundação de Ensino Tecnologia e Pesquisa *Criação*
Paulo Manoel Dias – Correios *Validação*
Pedro Augusto de Oliveira – Governo do Estado de Rondônia *Criação*
Renann Inacio – Defesa Civil SC *Criação*
Rhuan Bittencourt – CREA-SC *Criação*
Roberta Saraiva Perdomo – Coaching Ontológico *Criação*
Sabrina Martins Fortunato – Autônoma *Criação*
Thales Pinheiro – Estudante/UFSC *Validação*
Thaynan Mariano – JCI Florianópolis *Criação*
Tielle Haas – Tiele Hass *Validação*
Vanessa Marie Salm – Universidade do Estado de Santa Catarina *Criação*

Nathália Rorato
Posted on

Palestra sobre Inovação em Governo

André Tamura falou para os alunos do 3º semestre do Curso de Oficiais da Academia de Polícia Militar da Trindade, e recebemos o seguinte depoimento, que faz com que tenhamos a certeza de que estamos criando um caminho repleto de potencial, e estamos envolvidos com pessoas que querem fazer a diferença!

Parabéns pela empresa e pelo trabalho desempenhado. Em nome do Coronel PM RR João Schorne de AMORIM e dos 43 cadetes do 3º semestre do Curso de Oficiais da Academia de Polícia Militar da Trindade – PMSC, agradecemos imensamente a aula proferida no dia 18 de maio de 2016. O conhecimento, a apresentação, o entusiasmo tocaram profundamente todos os Cadetes e o Instrutor. Foi como um farol, iluminando e guiando todos nós em direção à um mundo novo, que está na nossa frente e muitas vezes não conseguimos enxergar. Espero que a sua intervenção em nossas vidas renda frutos à PMSC, à sociedade catarinense e, também, à vocês e à WEGOV. Muito sucesso!”
Bruno Berreta| Cadete PM do 1º Pel/CCad – 3º CFO

Nathália Rorato
Posted on

Oficina aconteceu nos dias 11 e 12 de abril em Recife

No final de 2015, a WeGov realizou a Oficina Social Media Gov para profissionais da comunicação de diversos Ministérios Públicos do Brasil, no 6º Congresso Brasileiro de Gestão do Ministério Público, organizado pelo CNMP, em Brasília.
Uma das participantes gostou tanto da experiência no Congresso, que não mediu esforços e conseguiu levar a oficina para toda equipe no Ministério Público de Pernambuco.
Além da Oficina, ministramos uma palestra para promotores e demais servidores da instituição com a temática: Uso de redes sociais por instituições e personalidades públicas. É sempre uma boa forma de sensibilizar a instituição para o novo papel estratégico das redes sociais, que vão além da comunicação.
Adoramos conhecer o MPPE e as pessoas que fazem da instituição um ambiente de excelência. Melhor do que discorrer sobre o que achamos da oficina é deixar a palavra com os participantes:

O curso abriu várias possibilidades em minha mente, precisaria de mais tempo para organizar as ideias e pensar como explorar esse universo de ferramentas apresentadas. A experiência foi incrível, a proposta de inovação e criatividade aliada ao mundo de ideias e ferramentas abre caminhos para nos aproximarmos de nosso público-alvo com velocidade e baixo custo operacional. Foram apresentados inúmeros “cases” de sucesso, contudo, o maior “case” é o próprio curso. Estão de parabéns pelo brilhante trabalho!”
Leonardo Leal – Ministério Público de Pernambuco

Acho que o crucial foi trazer um debate que costuma ser restrito à Assessoria de Comunicação para outras instâncias do MPPE, pois as ações comunicativas precisam estar integradas e apoiadas pela instituição como um todo.”
Bruno Bastos – Ministério Público de Pernambuco

Ministério Público de Pernambuco


Mais informações Acesse

Oficina Social Media Gov

Nathália Rorato
Posted on

WeGov participa no Episódio 2

O “TheGrid” é um Podcast feito para, com e sobre a comunidade global de empreendedores mão na massa, empresários que agregam valor e pessoas geram impacto social através da inovação. O “TheGrid” une as mentes brilhantes que inspiram mudanças nas empresas, sociedade civil, academia e governo.
Eles conectam os pontos do mapa.
André Tamura da WeGov participou da conversa no Episódio 2. Confira:
[soundcloud url=”https://api.soundcloud.com/tracks/249454529″ params=”auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&visual=true” width=”100%” height=”450″ iframe=”true” /]

Nathália Rorato
Posted on

Entrevista publicada na coluna "On Leadership" do Washington Post

Fonte: The Washington Post
Daryl Brewster é o diretor da CECP, uma organização não-governamental que une os CEOs que partilham da ideia que uma medida essencial de performance nos negócios é a habilidade dos executivos melhorarem a sociedade.
Este post é uma entrevista onde Brewster compartilha seus pensamentos sobre como ajudar na ineficiência das agências governamentais, engajando os seus servidores e criando ambientes que respiram inovação. Ele conversou com Tom Fox , um escritor convidado do Washington Post e vice-presidente da organização Partnership for Public Service. Ele também é o diretor da organização Center for Government Leadership.

Tom Fox entrevista Daryl Brewster

Você é intitulado como um artista no meio do setor privado. Quais problemáticas você procura ao olhar para a ineficácia das organizações que podem ser aplicadas as agências federais?

Daryl Brewster: A primeira é lidar com a realidade, ver onde as coisas estão e reconhecer que existem muitos stakeholders. O ponto inicial é ter certeza quais assuntos estão fora da mesa. Alguns chamam isso de aceitação da situação. Além disso, você precisa determinar sua visão e o que você está apto a fazer. Assim você pode trabalhar nas estratégias e ações que vão realmente alcançar resultados, mas você não pode fazer isso até que saiba para onde está indo.

Qual conselho você oferece aos gestores públicos que procuram pela melhora da performance de seus servidores?

Daryl Brewster: Começa-se escutando. Procure entender e ser entendido. Depois, o assunto é engajamento – é muito importante não pular para a resposta, mas envolver as pessoas para que a contribuição seja melhor. O terceiro elemento é alinhamento, colocar todos na mesma página do objetivo, visão e prioridades. O quarto fator é a entrega, o que é relacionado com as métricas e prazos. Isso requere liderança e motivação em todos os momentos.

Como você cria um ambiente de trabalho onde funcionários sintam-se confortáveis para aceitar riscos e inovar?

Daryl Brewster: Os gestores devem separar um tempo para conversas individuais, reuniões de time semanais e reuniões periódicas para falar sobre a inovação como um todo, mas também em áreas específicas. As perguntas que fazemos como lideres pode fazer toda a diferença. Como isso faz sentido? Como fazer isso melhor? Há novas ideias que podemos perseguir? Também é necessário o reconhecimento para quem inova dentro do time. Isso faz muita diferença.

Quais são as características de um líder bem-sucedido?

Daryl Brewster: Quando nós temos nossa reunião de diretores na CECP, nós temos 50 CEOs que falam sobre liderança juntos. Uma chave que continua aparecendo é a noção de um propósito maior – juntamente com a integridade de que fazemos o que falamos e falamos o que fazemos.

Você tem um livro favorito?

Daryl Brewster: Um livro que achei fascinante é “Firms of Endearment“. Fala sobre a importância das companhias em termos de serviço ao consumidor, como elas tratam os seus funcionários, como elas engajam comunidades e minimizam seus impactos no meio-ambiente. Ilumina um novo movimento de consciência capitalista.

Qual é a sua melhor dica para gestão?

Daryl Brewster: Eu tento pelo menos uma vez por semana perguntar a mim mesmo “Qual o meu propósito? O que estou tentando alcançar pessoalmente?”. Entender quais são suas prioridades e o que precisa ser feito é crucial. É uma lista do que fazer, conectada com nosso propósito pessoal.

Você convence CEOs de diferentes companhias, que competem entre si, para trabalharem juntos em causas sociais. Como você faz com que eles colaborem, e quais desses métodos pode ser aplicado no serviço público?

Daryl Brewster: É um grande desafio, porque essas pessoas têm interesses que competem entre si e você pede a elas para trabalharem juntas. Mas alguns dos tópicos que estamos trabalhando são tão complexos e grandes que ninguém pode resolver sozinho. Nós nos unimos para encontrar uma abordagem coletiva para a resolução de problemas. Algumas vezes é apenas a linguagem que usamos para falarmos sobre o problema. A chave é que você precisa sempre olhar para o objetivo comum a todos.
Foto: Bethany Legg

Nathália Rorato
Posted on

Princípios chave de design e inovação para governo

Fonte: IDEO

1. Comece com os cidadãos

Até mesmo em situações complexas de resolução de problemas, uma abordagem centrada no cidadão pode levar a passos simples que encorajem a mudança. Como a maioria das organizações, grupos governamentais querem melhorar os seus serviços. Mas para fazer isso, eles precisam melhorar e entender a que pessoas eles servem. Quais são suas necessidades e aspirações?

2. Esqueça o típico

Não existe o típico americano, peruano ou brasileiro. Enquanto o setor privado escolhe e seleciona as pessoas para quem eles prestam serviços, o governo não pode. No fim, o serviço é para todos, e não apenas as pessoas óbvias ou fáceis de serem alcançadas. Procure e segmente tipos comuns de comportamento que ofereçam oportunidades de projetos. Foque neles e os esforços de seu time para mudanças serão ressonantes para o maior número de pessoas possíveis.

3. Visualize a mudança

Palavras são fáceis, abundantes, e utilizadas para debates e discussões. Em contraste, projetos que utilizam o design thinking levam organizações a terem que demonstrar mudanças rápidas. Mostre objetivos tangíveis de ideias com ricas visualizações e protótipos, assim as pessoas estarão na mesma página que você mais rapidamente.

4. Simplifique frente a complexidade

Sistemas de larga-escala são complexos. Eles necessitam resolver o tipo de problema em que estão inseridos. Além disso, mudanças políticas alteram processos e objetivos. O resultado? Sistemas que são tão onerosos que mesmo problemas simples parecem ser impossíveis de se resolver. Felizmente, ao olhar para a origem do problema um time pode traduzir mais facilmente sistemas complexos em ideias simples que permitam organizações a debater, aceitar ou rejeitar caminhos.

5. Prototipe antes de pilotar

Geralmente pressões políticas fazem com que um projeto seja liberado muito rápido no mundo. Algumas vezes esses projetos são bem-sucedidos, mas quando eles falham, um esforço inteiro pode ser abandonado até a próxima administração. Prototipagem é um modo pequeno e fácil que evita a perda de recursos em falhas. O aprendizado e erro ocorrem assim em modos gerenciáveis.

6. Visualize um futuro junto

A escala do governo é vasta, e muitas vezes os servidores combatem os seus desafios há anos. O caminho está no co-design, ou na construção de um objetivo conjunto entre gestores e servidores. Isso também leva a sua integração, pelo trabalho visualizando um futuro compartilhado.

7. Divida a missão

Design thinking é um ato otimista. Adicionar desafios governamentais com a ideia de construção em torno de algo, contra a ideia de criar uma solução para um problema, é essencial. Compartilhar essa missão pode fazer com que uma mudança real aconteça. Com essa abordagem, barreiras e limites de protocolo, hierarquia e política caem no esquecimento.

Quer entender como esses 7 passos são utilizados? Participe da Oficina de Design Thinking, com Alvaro Gregorio! Dias 26 e 27 de julho, em Brasília.

Nathália Rorato
Posted on

Florianópolis terá ponto de ônibus com teto verde e energia solar

Fonte: Outra Cidade
Já falamos diversas vezes o quanto a prototipagem é um processo importante para a efetivação de novas ideias no governo e na sociedade.
A prototipagem é um dos principais passos para que as soluções criadas através da abordagem do Design Thinking façam sentido. Com um protótipo pronto, é possível a validação de ideias, assim como a desistência e re-significação de outras.
Um protótipo torna possível a visualização do erro (errar pequeno), antes mesmo que muitos recursos sejam dispendidos na construção dessas soluções.

Protótipo de parada de ônibus

A mobilidade urbana e as paradas de ônibus sempre são assuntos que surgem nas oficinas de Design Thinking, e por isso a notícia do desenvolvimento de um ponto de ônibus com teto verde e energia solar nos chamou atenção. A iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), é um exemplo a ser seguido. Com isso, vemos os primeiros passos de efetivação de novas ideias através das técnicas de design thinking tomarem campo na sociedade.
poder-da-prototipagem
O ponto de ônibus (ou parada), que estará localizado em frente ao Palácio da Agronômica, terá 9,8 m² e quatro nichos para carregar bateria dos celulares. Além disso, um painel com informações das linhas, e um telhado verde irrigado com a água da chuva também farão parte da estrutura.
Com essa importante iniciativa, os pontos de ônibus passarão de um simples local de espera para um tipo de experiência positiva, focada no usuário. Com a sua instalação concretizada, se iniciará o processo de vendas de novas paradas de ônibus. Assim, percebemos que a associação entre setor público e privado é um importante mecanismo de estimulação de soluções criativas nas cidades. Somente dessa maneira vamos caminhar para a resolução problemas complexos.
Fonte: Outra Cidade

Nathália Rorato
Posted on

Um marco na história de Goiás

Nos dias 13, 14 e 15 de dezembro aconteceu em Goiânia o evento Let’s GO, que tinha por objetivo estabelecer a inovação em Goiás, mostrando um Governo mais transparente, próximo dos cidadãos e aberto à novas ideias.
O Let’s GO foi realizado pela Secretaria de Gestão e Planejamento do Estado, com curadoria sob responsabilidade da WeGov. Também com o intuito de coproduzir com os cidadãos resoluções de problemas públicos, o evento contou com uma Hackatona, nos dias 11, 12 e 13.
Com o tema “Se todos devem pensar fora da caixa, é a caixa que precisa ser repensada”, o Let’GO veio como marco na busca do Governo de Goiás pela inserção de temas inovadores em sua pauta.

Confira as palestras que aconteceram no Let`s GO

13 de dezembro

Marcelo Tas – Inovação: a criatividade na era digital | Slides não disponíveis

14 de dezembro

Daniel Mangabeira (Uber) – Novos modelos de negócio | Slides não disponíveis
Henrique Vedana (Co-criar) – Dinâmica de empatia | Slides .pdf
André Tamura (WeGov) – Afinal o que é inovação em governo? | Slides não disponíveis
Painel Sociedade usando os dados: Alvaro Gregorio
Jorge Henrique (Inforpeople)Slides ;
Juliana Sakai (Transparência Brasi)Slides .
Painel Governo como Plataforma: Alvaro Gregorio
Thiago Ribeiro (PoADigital) – Slides não disponíveis ;
Rodrigo Bandeira (Cidade Democrática) – Slides ;
Thiago Carneiro (LabHacker CD)Slides .
Pablo Ribeiro (Endeavor) – Empreendedorismo nas Cidades | Slides

15 de dezembro

Rodrigo Fernandes (Microsoft) – Plataforma de Cidades Inteligentes | Slides não disponíveis
Painel Tecnologias de Impacto
Anderson Giovani da Silva (Social Good Brasil)Slides ;
Fernando Sandes (Onde fui roubado)Slides ;
Gustavo Maia (Colab)Slides ;
Cássio Camilo (i9x SSPGO)Slides
Denise Yagui (Fundação Brava) – Da transparência à eficiência | Slides
Ronaldo Lemos (iTS Rio) – Como a internet aumenta a participação cívica | Slides não disponíveis

Facilitação Gráfica

Além disso, Lucas Alves (Ideia Clara), contribuiu fazendo a facilitação gráfica de todas as palestras e painéis. Muito obrigada a todos os envolvidos, em especial os palestrantes, que fizeram desse evento único.

Nathália Rorato
Posted on

Ministério do Planejamento, Enap e TCU realizaram evento em Brasília

Entre os dias 01 e 04 de dezembro, o Ministério do Planejamento, o Tribunal de Contas da União e diversos parceiros, realizaram a Semana da Inovação em Gestão Pública – Transformando Ideias em Soluções. As atividades ocorreram em forma de conferência internacional, cursos, e ações com startups, para aproximação dessas com o governo.
A conferência internacional contou com grandes nomes atuantes na área, em países como Canadá, Reino Unido, Estados Unidos, Dinamarca, França, Estônia e Brasil.

Arenas de Inovação em Gestão Pública

Na parte das Arenas da Inovação, onde ocorreram os cursos de capacitação, a WeGov participou apresentando a técnica do Storytelling para a Gestão do Conhecimento e da Inovação do Setor Público. Além disso, Alvaro Gregorio, do iGovSP, também ministrou a oficina Tecnologias Digitais e Interação entre Governo e Sociedade.

Os outros cursos das arenas foram ministrados por:

Anna Sofie Jacobsen, MindLab (Dinamarca)
Adrian Brown e Danny Buerkli, Centre 4Public Impact (Reino Unido)
Felipe Scherer, Innoscience
Germano Guimarães, Instituto Tellus
Stéphane Vincent, La 27e Région (França)
Lucas Ciabotti, Elo Group.

“Ficamos muito felizes em participar dessa importante iniciativa, e também pela inovação estar cada vez mais presente na agenda da gestão pública.”
Gabriela Tamura – WeGov

Semana de Inovação MPOG

Galeria de Fotos

As fotos foram feitas por Thiago Sabino do Estúdio Carbono e estão em nosso Flickr.