Redes 10 Considerado o melhor evento sobre o uso de redes sociais e tecnologias por órgãos públicos. Participe
Lincon Shigaki
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Conversa com a líder e fundadora do The GovLab

Neste ano tive uma das conversas mais inspiradoras… entrevistei a Beth Noveck que lidera o GovLab – organização comprometida em transformar a maneira como se resolvem problemas públicos. A conversa me gerou algumas reflexões que compartilho abaixo:

1) O setor público precisa de novas ferramentas

Na maioria dos lugares, embora nem todos no mundo, nós estamos vendo um declínio na confiança nas instituições públicas. É fato que o Governo faz importantes e boas coisas para a sociedade. No entanto, o declínio de confiança demonstra que o setor público não está resolvendo tão bem os problemas como poderia. Os desafios que as democracias enfrentam são frutos de uma sociedade da informação que se vê diante de questões muito complexas e recentes. Tanto para essa sociedade quanto para o sistema democrático. Apesar disso, essa mesma sociedade foi capaz de produzir tecnologias que podem auxiliar o  desenvolvimento de políticas e serviços públicos adequados para atender à pluralidade social que o Governo precisa representar.

O GovLab tem trabalhado para auxiliar nesse desafio de governança. As tecnologias que o GovLab cita que podem auxiliar nesse processo e que, portanto, está desenvolvendo são:

  • Tecnologia de dados: O uso de big data, small data, open data, etc – irá ajudar na identificação de necessidades da população e monitorar a efetividade de políticas e serviços.
  • Tecnologia de inteligência coletiva: Irá criar mecanismos para entender as pessoas, aumentando a gama de comunicação e ferramentas de colaboração.

Incorporar essas tecnologias pode gerar um impacto profundo na maneira que os governos tomam decisões, tornando-a mais co-criativa/colaborativa, mais centrada no ser humano e engajando/envolvendo mais pessoas.

2) O setor público precisa de uma nova mentalidade

Em muitos casos, o que os cidadãos vivenciam – o que acontece na sua própria vida quando se trata de questões importantes como desemprego, saúde pública, imigração – são problemas complexos que exigem pessoas de diferentes disciplinas e setores para resolver. Por vezes, as necessidades do cidadão não correspondem com a estrutura do governo e seus programas.

Reflexões futuro setor público

Por isso, nas palavras da Beth: “É importante que o trabalho do setor público tenha como partida a experiência do cidadão ao invés de obrigações legais e definições burocráticas do órgão. Isso é uma grande mudança cultural”. Esse tema tem começado a ser disseminado pelo nome Human-Centred-Design, que consiste em projetar soluções a partir das necessidades das pessoas.

As pessoas devem ser o foco e o setor público precisa estar com uma mentalidade orientada à prestação de serviço. Resolver os problemas dos cidadãos deve unir servidores, instituições, dados e recursos – tangibilizando em serviços e políticas públicas.

3) O setor público precisa resolver problemas reais

A Beth trouxe uma reflexão muito profunda sobre medição de desempenho. Não basta saber quanto investimos ou quantas pessoas foram atendidas por um programa específico – estes, são indicadores “meios”. Precisamos começar a medir o quanto que os programas mudaram a vida das pessoas para melhor – que são os indicadores “finalísticos”.

Ela descreve que, geralmente, as pessoas no governo celebram ao lançarem uma iniciativa ou inaugurarem uma obra e consideram o trabalho concluído neste momento. De fato, é legítimo a celebração desde que a equipe tenha a consciência do impacto que a iniciativa irá gerar e saiba a diferença que trará para a vida dos cidadãos – o que nem sempre acontece, infelizmente.

O que mais me espanta nisso tudo é o nível de conhecimento que os formuladores de política deverão ter da realidade dos cidadãos. Saber o que é “a vida de alguém melhorando” é algo muito difícil de saber como medir e inexoravelmente exigirá um acompanhamento muito mais próximo das pessoas afetadas. Foi nesse momento que entendi a relevância do que ela chama de “Tecnologias de Inteligência Coletiva”. Será necessário criar mecanismos para identificar o que é o “impacto” para cada iniciativa e mensurar desempenho ao longo do tempo.

Para conseguir isso, será necessário ir além do “Human-Centred-Design”. Não basta considerar as necessidades das pessoas. Será preciso envolver as pessoas para entender o que é importante medir – abrindo para que eles participem da decisão. Além disso, continuar em contato com essas mesmas pessoas para avaliar se estamos efetivamente resolvendo os os problemas delas.

É usar a tecnologia como ferramenta para resolver os problemas da Humanidade.

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Lincon Shigaki
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E como elas transformam as instituições públicas

Durante quase toda a história da humanidade, o tempo foi calculado seguindo os ritmos dos corpos celestes. A noção de tempo era determinada pela observação do Sol (dias) e estrelas (estações e anos). Aos poucos fomos construindo ferramentas mais precisas para medir o tempo.
A precisão rítmica que Galileu descobriu ao observar o movimento dos pêndulos teve um impacto miraculoso na sociedade. A singela descoberta foi que “o tempo que um pêndulo leva para oscilar depende do comprimento da corda”.

Enquanto nossa noção de tempo estava na escala de dias, o relógio introduziu às nossas vidas a precisão dos segundos.

Em decorrência da invenção do relógio de pêndulo, tivemos a sua instalação em massa nas cidades fabris na revolução industrial. Nesse sentido, podemos dizer que uma descoberta no campo da física no século XVI (pêndulo) está diretamente relacionada com uma das maiores transformações na economia do século XVIII (manufatura).

O poder das mudanças sutis

Quero discutir a forma como as inovações acontecem nas organizações. Defendo a ideia de que, na maioria das vezes, inovações são consequências inesperadas de uma cadeia de pequenas inovações criadas para resolver problemas específicos.
A revolução industrial, por exemplo, dificilmente aconteceria sem o relógio. Porém, o domínio do tempo encontrou uma série de outras inovações e acontecimentos culturais e políticos para florescer essa revolução, mesmo que não fosse a intenção de Galileu.

Uma inovação demanda outras inovações

A máquina de impressão, inventada por Gutenberg, aumentou a demanda de óculos já que a prática da leitura fez com que as pessoas percebessem que não enxergavam de perto. O domínio da ciência das lentes levou a evolução de microscópios e telescópios. Por isso, podemos dizer que a invenção da imprensa levou a compreensão das bactérias (microscópios) e de que a Terra gira em torno do Sol (telescópios).
A Polícia Militar de Santa Catarina teve amplo reconhecimento em premiações de inovação com o aplicativo PMSC Mobile. Trata-se de um ferramenta para a gestão de atendimento de ocorrências, que resultou em agilidade nos atendimentos, melhoria no desempenho operacional e segurança pública.
O sucesso dessa iniciativa evidenciou outra demanda: ampliar essa tecnologia para que o próprio cidadão pudesse registrar uma ocorrência. Por isso, durante o HubGov 2017 a PMSC desenvolveu o protótipo do aplicativo PMSCidadão para melhorar a interação com o cidadão, especialmente em situações de emergência.
O caso da PMSC evidencia um padrão: as organizações que costumam ter mais sucesso nas inovações são as que conseguem “conectar os pontos”. Ao contrário, as que fracassam tentam gerenciar grandes revoluções, pulam etapas e não resolvem problemas. É como se estivessem tentando entender as bactérias e não tivessem um microscópio.

Como as inovações acontecem

Inovações acabam provocando mudanças que parecem pertencer a um domínio completamente diverso, para o bem ou para o mal. Algumas são bastante intuitivas e outras são mais sutis e deixam marcas menos evidentes.
Reverter o estigma de que no setor público “não dá pra inovar” exige dos servidores a capacidade de fazer com que uma ideia reverbere na instituição. É preciso conectar a necessidade da população, crenças internas, recursos disponíveis, regulamentações e outras variáveis.
O status quo é resultado de um conjunto de decisões e acontecimentos que aconteceram dentro e fora da instituição, mesmo que de forma difusa. O futuro da sua instituição está sendo construído agora. Possivelmente, soluções que você propôs só encontrarão o contexto para florescer quando você não estiver mais na instituição. Por isso, as inovações acontecem conectando ideias criadas para resolver outros problemas.

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Lincon Shigaki
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Conheça 5 princípios para utilizar na sua instituição

Usualmente, associamos a aparência e estética de um produto com a qualidade do design. Se você acompanha a WeGov, você já deve saber que o design thinking se refere ao processo de design, e não ao resultado final.

“O design de serviços é uma forma holística por meio da qual um negócio pode obter uma compreensão abrangente e empática das necessidades do seu cliente” FRONTIER SERVICE DESIGN, 2010.

Desta forma, podemos compreender como uma abordagem focada na criação de experiências de serviços planejadas sob a ótica do usuário. Além disso, considera a aplicação de habilidades e processos para garantir que as interfaces do serviços sejam úteis e desejáveis.

5 princípios do design thinking de serviços (Marc Stickdorn)

O design thinking de serviço se trata de um mindset como abordagem para melhorar serviços existentes ou inovar em proposta de valor. Cito 5 princípios para serem aplicados no desenvolvimento de serviços:
1 Centrado no Usuário – os serviços devem ser testados através do olhar do cliente
O profundo entendimento das necessidades vai além de descrições estatísticas. O designer de serviços utiliza métodos e ferramentas para obter insights autênticos ao colocar-se no seu lugar para entender a sua experiência individual. As necessidades e percepções dos usuários devem ser a linguagem da sua equipe.
2 Cocriativo – todos os stakeholders devem ser incluídos no processo de design de serviços
O processo de design pressupõe a complexidade de envolver diferentes grupos de usuários, expectativas e departamentos.
Os designers de serviços intencionalmente criam um ambiente que facilita a geração e a avaliação de ideias dentro de grupos heterogêneos de stakeholders. Desta forma, utilizam métodos para obter insights, a partir de diferentes perspectivas de usuário e fases de desenvolvimento.
3 Sequencial – o serviço deve ser visualizado como uma sequência de ações inter-relacionadas
O processo de serviços segue uma transição em uma linha do tempo, percorrendo as etapas: pré-serviço, serviço e pós-serviço. Por isso, é importante pensar desde a forma como o usuário irá perceber a necessidade do serviço e os pontos de contato com a organização (máquina ou humano).
O serviço precisa ter uma boa narrativa para capturar interesse do usuário e garantir um ritmo agradável. Em cada ponto de contato, garanta que o estado de humor do usuário seja positivo, com uma mensagem condizente com a proposta de valor.
4 Evidente – serviços intangíveis devem ser visualizados como artefatos físicos
É comum serviços ocorrerem com discrição, nos bastidores como retaguarda. A evidência física ajuda a prolongar a experiência, desencadeando memórias das interações mais positivas no pós-serviço, aumentando as chances de recomendação e fortalecimento da imagem da instituição/setor provedor.
5 Holístico – todo o ambiente de um serviço deve ser levado em consideração
O design thinking de serviços assume um papel integrador. Por isso, o desafio de perceber: alternativas possíveis das jornadas de usuários (reavaliar e repetir sob diferentes perspectivas); e elementos da organização provedora (cultura, valores, normas). Além disso, integrar expectativas em todo o ambiente de prestação de serviço, considerando os sentidos utilizados, mesmo que inconscientemente, na percepção de serviço.


Saiba mais

Quer melhorar os serviços prestados pela sua instituição? Compartilhe os princípios com seus colegas de trabalho (se possível, cole em local visivel). Se estiver procurando uma experiência imersiva em Design Thinking aplicado, deixe uma mensagem

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

15 reações do resiliente inovador no setor público

Trabalhar no setor público e empreender mudanças positivas é realmente desafiador. Sabemos que é uma mistura de amor e ódio. Há uma vontade genuína de servir à sociedade mas também muitas restrições. Esse post foi feito para retratar as reações desses inovadores, que trabalham com propósito e “matam um leão por dia” dentro das suas instituições.

1. Quando você finalmente passa no concurso ou é nomeado na sua instituição

2. E os seus amigos da faculdade dizem que servidor público não trabalha

3. Daí você precisa explicar sobre o papel social das instituições públicas

4. Você é convidado a participar de um projeto que pode impactar profundamente a sociedade

5. Você utiliza metodologias inovadoras para envolver a equipe na concepção do projeto

6. Mas tem sempre “aquele cara” que diz ser impossível inovar no setor público

7. Você fica super orgulhoso da apresentação realizada para a equipe

8. Mas a diretoria diz que “não é o melhor momento” para tentar algo novo

9. Quando você lembra que inovação exige resiliência

10. E você procura especialistas, que te conectam com uma rede de inovadores no setor público

11. Sua equipe fica mega empoderada

12. Quando você percebe que todo o seu departamento está utilizando Design Thinking “do operacional ao estratégico”

13. Você passa a valorizar mais a cultura da inovação do que algum resultado específico

14. Você ganha a confiança da instituição e tudo começa a cair na sua mesa

15. Você percebe que ainda há muito a melhorar e chama a WeGov para ajudar a fazer a inovação acontecer!


Mais Informações

Se identificou como um inovador? Entre em contato para maiores informações.

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Lincon Shigaki
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Criação e operação

A WeGov realizou nos dias 20 e 21 de julho, em Florianópolis, a oficina Laboratórios de Inovação no setor público.

Um laboratório de inovação no setor público é um espaço que permite a experimentação e co-criação de soluções com múltiplos atores.

O conteúdo narrou um movimento, onde organizações de diversos setores, estão criando espaços de experimentação para fomentar a cultura da inovação e novos projetos. Não se trata de uma ideia nova, mas recentemente tornou-se mais evidente o potencial de reunir governo, academia, cidadãos e empresas na concepção de soluções de interesse público de forma mais efetiva.
A estrutura da oficina foi projetada para que os participantes construam um plano para criação e operação de laboratórios de inovação nas instituições públicas, dividida em 5 módulos:
Arquitetura do Espaço de Aprendizado
Arquitetura do Espaço Físico
Governança
Formação dos Laboratoristas
Comunicação

Próximos desafios

Participaram da oficina as instituições:Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), Justiça Federal do Rio Grande do Sul (JFRS), Agência Nacional de Aviação Civil, além das instituições participantes do programa HubGov 2017. Os participantes, saíram da oficina com o desafio de aplicar e replicar os conhecimentos e iniciar a institucionalização da vontade de inovar nas suas instituições.

Oficina Laboratórios de Inovação no Setor Público


Mais Informações

Gostou dessa oficina? Para saber sobre as próximas atividades, assine a nossa Newsletter. Para solicitação de proposta, entre em contato conosco.
 

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Lincon Shigaki
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Aconteceu em Florianópolis nos dias 06 e 07 de junho de 2017

A WeGov realizou nos dias 06 e 07 de julho em Florianópolis, a oficina Social Media Gov. As atividades foram construídas para uma profunda reflexão sobre o papel das mídias sociais nas instituições públicas. A sua estrutura, dividida em 10 passos, permite que o profissional social media gov estruture a sua atuação nas mídias sociais.
Alvaro Borba foi o convidado especial para compartilhar com a turma seus conhecimentos e a experiências de anos de trabalho na Prefeitura de Curitiba (Prefs).

Rede: Oficina Social Media Gov

Participaram da oficina representantes das seguintes instituições:
Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO); Ministério da Fazenda; Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS), Câmara Municipal de Chapecó; Banco Naciona de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Tribunal Regional Federal da 5° Região (TRF-5). Além destas, as instituições do Programa HubGov 2017 também participaram desta agenda.

Social Media Gov

A forma de interação entre instituições com o cidadão tem se transformado radicalmente nos últimos anos. Um dos fatores é a presença das instituições na mídias sociais, plataforma onde ocorrem debates sobre as mais variadas temáticas da sociedade.
Nesse sentido, a oficina percorre uma narrativa, onde os participantes constroem a estratégia de posicionamento da instituição para o cidadão. A cada módulo, os participantes criam uma etapa do planejamento e se preparam para operacionalizar as redes da instituição com consistência.
Passo 1: Introdução
Produto: Apresentação sobre o contexto das redes sociais nas instituições públicas
Passo 2: Mobilize os gestores sobre a importância das redes sociais
Produto: Pitch de convencimento
Passo 3: Elabore um planejamento estratégico
Produto: Planejamento estratégico
Passo 4: Crie uma linha editorial alinhada com os propósitos da instituição
Produto: Linha editorial
Passo 5: Atendimento ao cidadão
Produto: Ferramenta de atendimento ao cidadão
Passo 6: Acompanhe o movimento da rede e meça o desempenho do seu trabalho
Produto: Caixa de ferramentas
Passo 7: Defina a rede social ideal para cada tipo de relacionamento com o cidadão
Produto: Manual básico de redes sociais para a instituição
Passo 8: Decida publicar ou não publicar?
Produto: Fluxo de decisão com indicadores
Passo 9: Beleza é fundamental
Produto: Peças criativas
Produto 10: Pratique o desapego, prepare-se para sair!
Produto: Registro das redes


MAIS INFORMAÇÕES

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Fotos: Flickr da WeGov.
Oficina Social Media Gov

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Lincon Shigaki
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No dia 11 de julho realizamos a Terceira Roda de Empreendedores Públicos

As rodas de empreendedores tem o objetivo de aproximar os participantes do Programa HubGov com a Liga internacional de Intraempreendedorismo. Já realizamos a primeira e segunda edição, onde compartilhamos experiências e conhecimentos sobre os desafios de liderar mudanças dentro de uma instituição, sobretudo dentro do setor público.
Nesta terceira edição, criamos um espaço colaborativo com os HubGovers, com o foco: possíveis estratégias para mobilizar recursos para viabilizar novos projetos. Os passos construídos com o grupo foram:
Separe 20 min do seu dia para o projeto
Crie restrições para si mesmo através de desafios
Estabeleça datas limites
Faça uma observação de campo
Observe empreendedores como você
Use protótipos para convencer seus gestores

Na prática, destravar recursos é um desafio pelo ponto de vista da escassez e pela intangibilidade do valor da inovação. Para o último ponto, a prototipação é um mecanismo eficaz, utilizado especialmente pela metodologia Design Thinking, para tangibilizar valores e envolver atores na construção de uma solução complexa.
Para praticar a competência da prototipação, realizamos uma dinâmica onde participantes dividiram-se em grupos para criar protótipos que representassem iniciativas para disseminar a inovação nas instituições. Foram utilizados materiais simples para dar forma ao projeto.


Próximos passos

A WeGov apresentou ferramentas que podem ajudar, na prática, os HubGovers nos seus desafios. Além disso, construímos um espaço de compartilhamento para trocar experiências e despertar ideias para aplicar na instituição de cada HubGover.
Continue acompanhando a WeGov para saber sobre as Rodas de Empreendedores Públicos.
 

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Lincon Shigaki
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Aconteceu em Brasília nos dias 20 e 21 de junho de 2017

A WeGov realizou nos dias 20 e 21 de junho em Brasília, a oficina de Comunicação Interna voltada para o Setor Público. Alexandre Araújo e Fábio França compartilharam com a turma seus conhecimentos e a experiências de anos de trabalho no Tribunal de Contas da União (TCU).

Rede: Oficina de Comunicação Interna

Participaram da oficina representantes das seguintes instituições:

  • Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (CIASC); Confederação Nacional de Municípios (CNM); Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Exército Nacional; Instituto Chico Mendes; Ministério da Fazenda; Receita Federal; Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO); Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT); Tribunal Regional do Trabalho da 10° Região (TRT 10); Tribunal Regional Federal da 5° região (TRF 5) e; Universidade Estadual de Goiás (UEG).

Além destas, as instituições do Programa HubGov 2017 foram até Brasília participar desta agenda.
As atividades aconteceram na sede da Confederação Nacional de Municípios, o maravilhoso espaço foi fundamental para o sucesso da oficina! Obrigado Marco Melo e toda equipe da CNM!

Comunicação interna no setor público

É comum instituições estarem focadas em comunicação para o público externo – cidadão, imprensa e demais instituições. Por vezes, acabam deixando de lado a comunicação para o público interno.
Durante o curso, os facilitadores abordaram estratégias, ferramentas e canais de comunicação que podem divulgar informações relevantes e gerar engajamento dos servidores aos objetivos institucionais.
Os cases apresentados demonstram que não basta que a informação simplesmente seja produzida e chegue até o servidor público (funcionário, cliente interno). É preciso utilizar, muitas vezes a criatividade e inovação para atingir os objetivos.


Mais informações

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Fotos: Flickr da WeGov.
Oficina Comunicação Interna

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Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

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O poder da competência da colaboração

É comum associarmos o termo colaboração com amistosidade e pacificidade nos relacionamentos. Porém, o significado se distancia dessa imagem “zen”. A confusão acontece quando restringimos a colaboração ao aspecto da convivência. Na prática, criamos uma falsa sensação de colaboração quando há pouca resistência aos projetos e uma subsequente harmonia nos relacionamentos.
Por vezes, é conveniente usar colaboração ao invés de “consentimento” já que possui uma conotação mais democrática. Exemplo: “A equipe está colaborando com a estratégia do novo gestor”. Por isso, é importante elucidar o significado de colaboração para não empregar a palavra de forma equivocada e que o colaborador genuíno não seja tomado por eufemismos vazios.

A colaboração é o nível máximo de alinhamento entre duas ou mais instâncias (individual ou institucional). Ela acontece quando há congruência em dois planos, onde Nicolau Maquiavel os chama de (1) meios e (2) fins.

Os “fins” são os objetivos finalísticos e as expectativas. Já os “meios”, correspondem às operações necessárias para atingir os fins. Dentro de uma instituição, os meios podem ser os métodos de trabalho e ferramentas, enquanto os fins, são os alvos de impacto da instituição. A colaboração interinstitucional existe quando há um “fim comum” entre organizações distintas executando um projeto com esforço mútuo (meio).


Quatro níveis de alinhamento

Divergência de meios e divergência de fins – Conflito

Acontece quando não há um entendimento comum sobre objetivos ou mecanismos.

Congruência de meios e divergência de fins – Coalizão

Um exemplo são as coligações políticas. Partidos, muitas vezes desalinhados ideologicamente, criam uma identidade e métodos de trabalho compartilhado por razões diversas.

Divergência de meios e congruência de fins – Competição

Quando há um alinhamento de objetivo mas há diferentes formas de se conseguir atingi-lo. Se o objetivo comum for “enriquecer vendendo carros”, há várias marcas que representam essa competição.

Congruência de meios e congruência de fins – Colaboração

Há um objetivo ou um problema comum e diferentes atores estão comprometidos em ouvir, entender e dedicar-se a construção de uma solução comum.


Divergir e convergir

A colaboração exige mediação de conflito e estresse nos diálogos de alinhamento entre fins e meios. Muitas vezes, essa negociação é cansativa e não agradável. Colaboração, portanto, é uma competência que precisa ser praticada e aperfeiçoada. Trata-se da capacidade de aproveitar múltiplas visões, recursos, habilidades e focalizar em algo de interesse mútuo.
Já que colaborar dá mais trabalho do que executar individualmente, dominar a competência da colaboração reside em ser objetivo na congruência de interesses e em encontrar complementaridade das ações divergentes.
Com um alto nível de colaboração, aumentamos as nossas possibilidades de alinhamento.

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

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WeGov e Softplan preparam o Sistema Ambiental Paulista para uma era de inovação e tecnologia

O Sistema Ambiental Paulista (SAP) é responsável pela gestão ambiental no território do estado de São Paulo. O sistema tem a Secretaria do Meio Ambiente como órgão central e é composto por coordenadorias, institutos, fundações, Cetesb e Polícia Militar Ambiental.
Recentemente, iniciaram o projeto “Papel zero” com o objetivo de implementar tecnologias para otimizar o fluxo de trabalho, reduzir custos e atingir melhores resultados. A principal mudança será a transição de processos físicos (em papel) para digitais. Os benefícios são diversos, desde a economia no uso de papel, aumento da autenticidade dos documentos, maior segurança no armazenamento dos processos, agilidade na operação, entre outros.
A Softplan, há um ano, está mapeando o fluxo de processos dos órgãos e desenvolvendo a tecnologia e-Ambiente. O sistema da Softplan permitirá que os processos como Licença ambiental, Fiscalização e apuração de denúncias sejam feitas em uma única plataforma digital, mesmo envolvendo diversos órgãos do SAP.

Entre os dias 29 de maio e 09 de junho, a WeGov esteve em São Paulo realizando uma oficina sobre inovação e tecnologia. Evidenciamos as transformações sociais e as novas tecnologias disponíveis, conectando esse contexto com as atividades do SAP. O objetivo da facilitação da oficina foi de iniciar o desenvolvimento de competências inovadoras com os servidores. Desta forma, prepará-los para o uso de novas ferramentas de trabalho e predispostos a identificação de novas oportunidades para os desafios da gestão pública ambiental.
A abordagem da oficina esteve em aproximar o aperfeiçoamento de novos métodos de trabalhos com as funções finalísticas das instituições, destacando o impacto na conciliação do desenvolvimento econômico com o uso dos recursos naturais, de modo a assegurar a sustentabilidade do meio ambiente, nos seus aspectos físicos, socioculturais e econômicos.

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

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A oficina contou com ferramentas de ideação e co-criação para os desafios das instituições do HubGov

Nos dias 07 e 08 de junho, a WeGov realizou a oficina Design de Processos (módulo 2), sendo parte das atividades do Programa HubGov 2017. O Módulo 2, teve o objetivo de criar um ambiente criativo para iniciar a fase de geração de ideias para os desafios analisados no módulo 1.
No primeiro dia, facilitamos um momento de compartilhamento de informações entre as equipes com o objetivo de aproximar os desafios e as pessoas. Apresentamos a ferramenta “Matriz FOFA”, que consiste em organizar isoladamente as “Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças”, sintetizando os resultados das ferramentas apresentadas no módulo anterior. Com isso, apresentamos uma técnica para evidenciar as necessidades do usuário da inovação a partir do ponto de vista do próprio beneficiário. Não obstante, realizamos uma apresentação conceitual sobre ideação e conduzimos uma dinâmica, apoiada de ferramentas, para geração de ideias, individual e em grupo.

Na sessão seguinte, as equipes estruturam uma narrativa que contextualize o desafio, as personas envolvidas e a linha de pensamento da proposta de melhoria da experiência do usuário. A partir dessa narrativa, conduzimos um momento de co-criação envolvendo um grupo de estudante da Administração Pública da UDESC e Servidores do CIASC.
Com a pluralidade de visões e a academia no processo de inovação, as equipes colaboraram para a aperfeiçoar as narrativas e amadurecer as ideias geradas. Por fim, a atividade encerrou com as equipes apresentando um “pitch” para os HubGovers.
O módulo 3 da Oficina Design de Processos irá abordar técnicas para prototipação e validação das soluções. Continue acompanhando a WeGov para saber sobre os avanços do HubGov!
O álbum de fotos completo você encontra em nosso Flickr . Crédito das fotos: Marina Bitten

Por Lincon Shigaki

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Oficina WeGov e Colab no evento de Inovação Aberta da Rede InovaGov

A rede InovaGov é composta por diferentes instituições públicas, privadas e universidades envolvidas na transformação do Governo. O objetivo é aproximar os atores para fomentar a inovação a partir da disseminação de metodologias, cases e experiências.
No dia 25 de maio a InovaGov realizou o evento “Inovação Aberta” no Instituto Serzedello Corrêa, Escola do Tribunal de Contas da União (TCU). A programação contou com oficinas e palestras de referências nacionais e internacionais.

A WeGov e o Colab.re ministraram a oficina “Unindo quantidade e qualidade – fazendo pesquisa com o cidadão”.
No primeiro momento, a WeGov falou sobre antropologia e etnografia como abordagens para compreender comportamentos sociais. No Design Thinking, essa abordagem corresponde à etapa de “imersão”, onde busca-se aprofundar o entendimento dos problemas e do perfil das pessoas envolvidas para prototipar soluções significativas nas etapas posteriores.

O Colab.re, por sua vez, é uma ferramenta que representa a possibilidade do setor público construir serviços e políticas públicas por meio de consulta pública. A abordagem quantitativa também é indispensável para a compreensão das demandas da sociedade. Estruturar mecanismos de diagnóstico e priorização de estratégias é um importante passo para a profissionalização da gestão pública.
Conciliar dados de grande escala e a profundidade de abordagens antropológicas oferece amplas possibilidades de inovação para o governo.

Feira de Projetos

Na parte da manhã do evento, diversos inovadores de diferentes instituições com propostas para fazer a diferença no setor público, apresentaram em formato de ‘pitch’ de 2 minutos, suas propostas de projetos. Cristina Schwinden, Secretária de Administração da Prefeitura de Palhoça, apresentou o Projeto que a Prefeitura está desenvolvendo dentro do Programa HubGov, da WeGov. Na parte da tarde, a Prefeitura de Palhoça deu continuidade expondo o projeto ‘De mãos dadas com Palhoça’ na Feira de Projetos, abrindo para conquistar parcerias para o desenvolvimento do seu projeto.

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

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A WeGov esteve junto com o Facebook falando sobre comunicação nas redes sociais

Comunicadores da Justiça Eleitoral se reuniram para trocar experiências e definir estratégias para as cortes eleitorais. O evento aconteceu em Brasília, nos dias 25 e 26 de maio, com a presença dos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE’s) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A agenda do evento pautou os principais desafios e conquistas, desde a divulgação das ações da Justiça Eleitoral até a prestação de serviços ao eleitor.
No painel da WeGov, esteve presente a representante de Política e Governos do Facebook, Deborah Delbart. A conversa narrou o papel das mídias sociais na vida do cidadão. Não obstante, evidenciou-se que a interação entre instituição e os seguidores permite ultrapassar o caráter informativo da mídia convencional e transformar a comunicação institucional, sendo uma plataforma de serviços, ao agregar valor à população.

Para saber mais sobre o evento, acesse o release na página do TSE.
*As fotos do evento são do Flickr do TSE 😉 

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Lincon Shigaki
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A palestra aconteceu dia 26 de maio e falou sobre a importância do tema para agentes públicos

Pesquisas qualitativas ganham importância nas corporações pela complexidade de entender comportamentos. A Pesquisa Etnográfica, em especial, reforça a necessidade de ir a campo e entender capacidades e hábitos das pessoas como membros de uma sociedade particular.
A palestra narrou a mobilização do setor público em explorar o significado do seu propósito e aprofundar o entendimento do mundo ao seu redor. Nesse sentido, a observação empática permite desenvolver melhores: Políticas Públicas, Serviços, Produtos e Processos.
Foram apresentadas técnicas de observação e descrição, assim como exemplos de interpretações culturais pela visão de diferentes antropólogos. Relacionamos a pesquisa etnográfica com o design thinking, apresentando o potencial da etnografia para:
Mudança organizacional
Colaboração e governança
Desenvolvimento comunitário

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Lincon Shigaki
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A palestra foi conduzida pelo Coronel Luis Haroldo, da SSP-SC e Ana Luiza, do Code for Floripa

Sabemos que o avanço da tecnologia e mudanças no comportamento da sociedade andam lado a lado. Já evoluímos muito desde a primeira era da conectividade, com os portais web até a capacidade de colaboração nas redes.
A quarta fase da conectividade impacta substancialmente modelos de negócios, onde o setor público e privado utilizam novas tecnologias nas suas atividades. A palestra ministrada pelo Coronel Luis Haroldo, Diretor de TI da SSP-SC, contou como pessoas, coisas (objetos off-line) e dados, irão interagir para revolucionar a inteligência e automatização de processos.
A segunda parte da palestra foi conduzida pela organização Code for Floripa. Trata-se de um movimento com atuação global, que se organiza em grupos locais para agir sobre os desafios das cidades. A palestra narrou alguns exemplos onde a sociedade foi protagonista na resolução de problemas locais. Por fim, o Code for Floripa reforçou o interesse em estabelecer parcerias com o setor público para co-criar o futuro.

“O Code for Floripa quer ajudar a comunidade a apoiar as instituições governamentais a resolver os problemas da cidade através da internet, interligando quem vê o problema ou percebe a dificuldade com pessoas que podem ajudar aquilo ser superado”. (Luciana Cury)

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.