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Gabriela Tamura
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Uma evidência positiva de inovação no Judiciário Cearense

O pessoal do TJCE provou que sim <3

Uma evidência positiva de inovação no Judiciário Cearense

O mundo mudou e com ele nossa forma de entregar os serviços. Antes da pandemia a gente insistia que precisava estar presente para ajudar as instituições na missão de serem mais inovadoras e agora, durante a crise, aceitamos o desafio de transformar a entrega do nossos serviços.

A resposta dos servidores neste novo cenário tem sido surpreendente. A participação colaborativa nas oficinas remotas tem sido tão boa quanto era nas presenciais (alguns dizem, até melhor).

A facilitação presencial envolve a transmissão de muitos sinais (visuais, táteis, olfativos) que podem se perder completamente em um encontro online, no Google Meet, Zoom e etc…

Facilitar um trabalho na área de inovação no setor público, que envolve simultaneamente aprendizado (com pessoas que nunca ouviram “design thinking”) e construção (com profissionais públicos que querem entregar mais e melhor), é muito, muito diferente de realizar uma simples “live”.

O trabalho da WeGov ao longo dos últimos anos nos levou ao Tribunal de Justiça do Ceará. Tivemos a sorte de encontrar uma turma maravilhosa, pronta para ampliar e ajudar a construir a inovação no Judiciário Cearense!

Inovação no Judiciário Cearense

Neste post, incluímos o texto publicado no Portal do Tribunal, com alguns depoimentos sobre o trabalho que realizamos, nos dias 20, 22 e 24 de julho de 2020, durante Oficina “Let’s Gov – Fazendo a inovação acontecer”. Servidores e magistrados do Tribunal de Justiça do Ceará puderam colaborar e construir juntos os primeiros passos do Laboratório de Inovação da instituição. Um dos participantes, Welkey Costa, registrou os aprendizados visualmente.

Vida longa ao Lab do TJCE 🙂

#HubJus #LetsGov #InovacaoNoJudiciário #PoderJudiciário #Inovação #LaboratóriosDeInovação

Depoimentos

Leia o texto na íntegra: https://bit.ly/TJCELets

Foi finalizada nesta sexta-feira (24/07), a oficina online para definir os conceitos, o formato e a atuação do Laboratório de Inovação do Judiciário cearense. Após oito horas de conteúdo, magistrados e servidores de áreas estratégicas do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) destacam o que aprenderam e explicam como funcionará o novo ambiente de desenvolvimento de ideias. O grupo será responsável por desenvolver uma cultura permanente de inovação na Justiça estadual.

“O filósofo Immanuel Kant diz que o conhecimento humano começou com intuições, passou aos conceitos e terminou com ideias. Acho que estamos acostumados a ficar nessa questão da intuição e esquecemos de colocá-la em números e dados para depois extrair ideias que podem ser propagadas.

A oficina vem com o intuito de juntar diversas cabeças pensantes, pessoas de nichos diferentes, e isso faz com que a gente possa agregar um conhecimento muito maior. Profissionalmente falando me leva a transformar essa intuição em ideias palpáveis, que possam efetivamente ser colocadas em prática e disseminadas para mais colegas. Pelo lado pessoal, acho que todo aprendizado traz uma motivação, um grande benefício pra nossa vida”, ressalta a juíza Samara Almeida Cabral, titular do 2º Juizado Especial da Comarca de Juazeiro do Norte.

A magistrada cita outro pensador, o psicoterapeuta Bert Hellinger, para definir a função dos participantes da oficina no Laboratório de Inovação do TJCE. “Hellinger diz que as pessoas inovadoras, motivadas, que querem mudanças, têm que ser tal qual um fermento de bolo. Nas receitas você tem grandes quantidades de outros ingredientes e uma colher muito pequena de fermento, mas é ela que faz o bolo crescer.

Acho que o Laboratório e a missão dos participantes da oficina é exatamente ser esse fermento dentro do Tribunal. Fazer crescer as boas ideias que surgirão dentro do Laboratório. Tem que ser um processo cauteloso. Não podemos passar por cima dos códigos e das leis, temos que atrelar isso à inovação. O desafio é conseguir consolidar o novo com o tradicional. O Laboratório vai ter forte função nisso e eu estou disposta a ajudar”.

Para a juíza Ana Cristina Esmeraldo, diretora do Fórum Clóvis Beviláqua, “o exercício do trabalho em ambiente colaborativo e sem amarras ao pensamento é um enorme ganho para qualquer profissional. E estar em contato com outras pessoas de mente criativa, receptivas a ideias, com formação e habilidades diferentes da sua, estimula o seu pensamento, amplia o horizonte do alcance de suas atividades e faz circular e renovar o entusiasmo pela realização de algo positivo para o bem coletivo.

Entendo que o que vem a ser inovador para o Judiciário torna-se para nós, que fazemos parte desse Judiciário, desafiador e faz com que renovemos nosso aprendizado, ampliemos o conhecimento do novo e olhemos para o futuro sem sustos ou incompreensões”.

A diretora do Fórum da Capital cearense explica como deve ser feita a propagação da cultura de inovação no TJCE: “Penso que essa missão de difusão da inovação há de ser cumprida com senso apurado de dever de comunicação clara, com transparência e simplicidade, e, especialmente, com a construção de exemplos na nossa prática diária, através da proposta de serviços ágeis e eficientes para o cidadão”.

Também participante da oficina, a juíza Kathleen Nicola Kilian, titular da 1ª Vara da Comarca de Quixeramobim, enaltece os conceitos que o novo ambiente de fomento de ideias terá. “O laboratório reforça a cultura da inovação no Poder Judiciário cearense, utilizando o entusiasmo, a criatividade e a inclusão como ferramentas para a construção de novas soluções”.

Diretrizes e Identidade

Segundo o Gerente de Desenvolvimento Organizacional do TJCE, Welkey Costa do Carmo, a oficina foi além de gerar conhecimento, visando construir a carta de serviços do Laboratório de Inovação do Tribunal.

“Juntos, definimos diretrizes, encontramos a identidade do Laboratório e vamos definir que serviços ele deve prestar. A consultoria usa técnicas muito engrandecedoras, relacionadas à participação colaborativa e ao estímulo do pensamento criativo, agregando valores profissionais e pessoais, pois podemos aproveitar isso em diversos campos. O laboratório vai se colocar no papel de difusor, promotor e mantenedor dessa cultura de inovação dentro do Tribunal. Promover mudanças no Judiciário é desafiador, portanto é uma responsabilidade muito grande, que encaramos com seriedade, sob a perspectiva de termos êxito, com muitos resultados positivos para a sociedade”.

Welkey Costa do Carmo – Gerente de Desenvolvimento Organizacional do TJCE

“A oficina me trouxe uma visão mais ampla sobre os Laboratórios de Inovação, além de ter e estar me ajudando a entender e enxergar melhor como a inovação será aplicada dentro do serviço público”, relata Luana Lima, diretora-geral da Corregedoria Geral de Justiça (CGJ). A servidora se diz motivada em saber que a criatividade será exercitada de forma livre no Laboratório do TJCE. “Teremos troca de ideias e conhecimento das mais diversas áreas possíveis, com o mesmo objetivo, que é o de encontrar e desenvolver metodologias para soluções de problemas, gestão de conhecimento, dentre outros.

Estou bem entusiasmada com esse novo projeto, acho que a responsabilidade de todos é muito grande, mas este será um ambiente que nos permitirá tentar, errar, acertar e apresentar a melhor solução para fazer com que tenhamos um Judiciário inovador”.

Na opinião de Felipe Mourão, gerente do Núcleo de Apoio à Gestão do 1º Grau do Judiciário cearense, com foco nos usuários, as mudanças que virão no TJCE serão benéficas sobretudo para a população. “Com o Laboratório, o Tribunal de Justiça ganha um ambiente para inovar na solução de problemas enfrentados pelo Sistema de Justiça. Assim, por meio da utilização de ferramentas colaborativas e centradas no usuário, a gente espera impactar positivamente a sociedade”.


Quer levar a Let’s Gov para a sua instituição? Entre em contato com a gente <3

Por Gabriela Tamura

Fundadora e Diretora de Negócios da WeGov. Administradora Pública graduada pela Universidade do Estado de Santa Catarina, Pós-graduada em Gestão Pública pela Universidade Aberta do Brasil. Resiliente de plantão começou seu relacionamento com o setor público há 12 anos. Conhece bem a realidade do governo e resolveu ajudar.
Foi agraciada com a medalha do Exército Brasileiro em função dos serviços prestados à Nação pela WeGov.

Fred Tadeu
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Mentor do time Otimiz@r, do programa HubJus 2018

Depois de participar em 2017 da primeira edição do HubGov, nesse ano de 2018 tive a grata
surpresa de ser convidado pela Gabriela Tamura para contribuir como Mentor no programa de
inovação para a Justiça Federal de Santa Catarina denominado HubJus.
Primeiramente cabe aqui falar do que seria a função de “Mentor” nesse programa de inovação. Traçando um paralelo com a figura do Man-At-Arms do desenho He-Man, chamado no Brasil de Mentor, vejo nesse personagem grande semelhança com essa função no HubGov e também no HubJus.
O Mentor no desenho que passava na minha infância era o responsável pela criação das armas
tecnológicas que o He-Man usava. Mas ele não somente criava as armas para o herói, mas o acompanhava em suas aventuras e desafios. Além disso, ele tinha outra característica marcante na animação. Somente ele, juntamente com Zoar e Gorpo, sabiam que He-Man e o príncipe Adam eram a mesma pessoa. Esse conhecimento intrínseco de Mentor a respeito do herói é o que mais assemelha o personagem da ficção com essa função no HubJus.

via GIPHY

A experiência no HubJus foi muito marcante em minha vida profissional e pessoal. Além de ter
a possibilidade de percorrer novamente os caminhos da metodologia de Design Thinking
(imersão, ideação e prototipação) em uma nova função, a experiência me conduziu a conhecer
pessoas que querem mudar a Justiça Federal em Santa Catarina de uma forma criativa e ousada.
E quando penso em criatividade e ousadia lembro de minha filha que tem 6 anos. Esses dias
ela estava com um cartão de papelão na mão brincando de fazer compras. Em instantes o
cartão virou um smartphone onde ela mandava mensagens via whatsapp. E em seguida, na
mesma brincadeira, ela veio me atender em sua lanchonete, me tratando com cordialidade e
atenção.
Interessante que a cada dia que nos tornamos mais “adultos”, mais maduros, perdemos a
criatividade e imaginação que são retomadas por iniciativas com o HubJus. Onde criam-se
ambientes propícios para resolução de problemas por caminhos novos, e por consequência,
com resultados novos.
A experiência de ser “Mentor” nesse HubJus foi um exercício de colaboração. Buscando trazer
uma visão externa para um problema interno. Uma realização pessoal e um grande
crescimento profissional em busca de um serviço público inovador e melhor.

Laura Orlandi
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Aconteceu nos dias 25 e 26 de Junho de 2018

O primeiro módulo do Programa HubJus aconteceu neste mês de Junho, e contou com a presença de 40 HubGovers, incluindo presentes de várias cidades do interior de Santa Catarina. Para conduzi-los pelos dois dias de módulo, estiveram presentes os diretores André e Gabi Tamura, auxiliados pela mestre sem cerimônias Carolina Rosseto. Foram dois dias de muitas descobertas e de muita imersão no Programa.
A manhã do primeiro dia começou com a apresentação do Manual de Sobrevivência HubJus, onde foram definidos o Mindset e o Modo de trabalho que será adotado durante o Programa. Foi falado sobre a importância da colaboração e do trabalho em equipe, além das competências para inovação, que a WeGov resgata da OECD. “Ao longo da jornada você vão sentir uma alternância entre aprender e construir”, disse Carolina.
Em seguida, André palestrou sobre Inovação e Setor público, colocando em pauta alguns cases do HubGov 2017 que deram certo e que, hoje, estão sendo aplicados na prática. Além disso, o WeGover falou sobre Design Thinking e métodos de trabalho para inovação, a fim de explicar como nós iremos chegar até a proposta de solução.
Para a WeGov, tudo começa pelas pessoas. Por isso que a tarde seguiu com uma dinâmica de empatia, que acabou por mostrar que independente das nossas diferenças e semelhanças, o que nos conecta é a crença no poder, na colaboração, e na criatividade das pessoas.
O segundo dia foi dedicado a presença dos nossos queridos mentores do Programa. A escolha dos mentores foi difícil e nós ficamos muito contentes com os aceites de nossos convites pelos queridos Adriana Aquini, Diego Fabricio Damiani, Felix da Silva, Frederico Tadeu da Silva, Graziela Meincheim, Tenente Coronel Jorge Tasca, Rafael Poço, Rhuan Bittencourt e Vanessa Costa.

Da esquerda para a direita: Frederico, Adriana, Rhuan, Rafael e Vanessa

Depois de terem seus mentores definidos, os participantes foram desafiados a definir com eles a “noção de sucesso” do seu desafio. Após esse momento de entrosamento entre grupo, mentores, e com o próprio desafio, os times apresentaram um Pitch dos trabalhos.
Os presentes saem do módulo I com algumas missões para o próximo módulo, que serão incorporadas na própria rotina diária de cada um. ” jornada da definição do desafio até a proposta de solução deve fazer sentido e estar conectada com o seu contexto diário real“, disse André. E depois de muito trabalho feito e a ser feito ainda, saímos do módulo 1 empolgados com a jornada que nos espera!

Laura Orlandi
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Aconteceu nos dias 14 e 15 de Maio de 2018

Inspirados no sucesso do Programa HubGov, a equipe da WeGov, em parceria com a Justiça Federal de Santa Catarina, orgulhosamente lançaram a primeira edição do Programa HubJus nos dias 14 e 15 de maio! O Programa, adaptação da ideia central do HubGov para a Justiça Federal, vai contar com a participação de 50 servidores do órgão, sendo 25 deles da capital e os demais 25 de outras treze cidades do interior de Santa Catarina.

Dia 14.05 – WeGov

O primeiro dia ocorreu na sede da WeGov, e foi iniciado pela fala da Diretora do Foro, Doutora Claudia Maria Dadico sobre o que espera do programa e o que entende por inovação na Justiça. Em seguida, a abertura foi conduzida pelos diretores Gabriela e André Tamura, que quebraram o gelo com os participantes ao levá-los para o terraço do prédio e engaja-los em uma dinâmica que remeteu à infância e visou o entrosamento entre eles.
Na parte da tarde, a mentora do programa Vanessa Costa Krause, da Justiça Federal, aplicou uma dinâmica de envolvimento entre os presentes, buscando responder à pergunta ‘o que nos une?’ e deixando todos muito empolgados para toda a jornada que o HubJus representará. Em seguida, André conduziu a formação dos 5 times do programa, apresentando os desafios propostos pela própria Justiça à eles, discutindo os temas e quem seriam os responsáveis por eles. O dia finalizou com a apresentação dos times de pessoas felizes e esperançosas!

“O enorme poder de destruição de uma bomba atômica é criado a partir da liberação de energia de uma reação em cadeia, a partir de uma pequena ignição. A inovação dentro de uma Instituição como a Justiça Federal pode ser como uma bomba atômica: uma reação em cadeia. Sejamos a sua fagulha”. (Pelo participante Fernando Melo Faraco)

Dia 15.05 – JFSC

O segundo dia teve lugar na sede da Justiça Federal, e contou com uma programação incrível! Para começar, André fez uma palestra sobre como fazer apresentações, com fins de munir os participantes com conhecimentos a respeito do uso de slides e da fala, a serem usados ao longo do Programa quando das apresentações para os colegas.
A tarde começou animada na Justiça. O painel ‘Justiça do Futuro’ foi a grande atração do dia, composto por André Tamura, pela Doutora Claudia, pelo idealizador do documentário ‘Política modo de usar’ e fundador do Instituto Update, Rafael Poço, e pelo Diretor do Foro da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, Doutor Marco Bruno. Marco fez uma apresentação descontraída sobre as iniciativas de inovação que estão sendo implementadas na JFRN, e impressionou os participantes com a sua simpatia e otimismo em relação ao tema da inovação no setor público. Para ele, a inovação é horizontal.
O dia finalizou com o anúncio dos times e a apresentação dos temas a serem trabalhados por eles, e nos sorrisos e olhares via-se muita vontade de colocar a mão na massa e buscar a solução dos desafios!

Da esquerda para a direita: Dr. Marco Bruno, Rafael Poço, Dra. Claudia Maria Dadico e André Tamura.


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