Nathália Rorato
Posted on

Oficina aconteceu nos dias 25 e 26 de novembro em Brasília

A segunda edição de 2015 da Oficina Social Media Gov em 2015, em Brasília, foi mais uma oportunidade de troca de conhecimentos, com diversas instituições que estão utilizando as redes sociais no governo como forma de aproximação com a sociedade.
Através de 10 passos, a Oficina passou aos participantes o conhecimento da gestão de redes sociais digitais através da abordagem “Learn by Doing” – aprender botando a mão na massa.
A Oficina Social Media Gov não teria sido completa sem a contribuição de todos os participantes, representantes de instituições governamentais reconhecidas, pelas suas atuações nas redes sociais e contribuição para uma comunicação governamental mais humana e adequada as demandas da sociedade.

Depoimentos

“Terá um forte impacto na implementação do Branding e do nosso posicionamento nas Redes Sociais. Foi essencial para a preparação da implementação das atividades operacionais a na definição de objetivos, estratégia e planejamento. E também, ajudará na execução das ações e mensuração dos resultados. Muito obrigado!”
Márcio Bilar, Infraero

“Excelente oficina! Tanto por apontar a importância de se pensar o planejamento e o background necessário para gerir as redes sociais da instituição, quanto para mostrar o caminho das pedras, e como percorrê-lo!”
Paulo Henrique Souza, Secretaria de Gestão e Planejamento de Goiás.

Social Media Gov

Galeria de Fotos

As fotos foram feitas pelo Estúdio Carbono e estão em nosso Flickr.

Nathália Rorato
Posted on

Inovação em Governo foi tema de painel no Seminário

Fonte: Social Good Brasil
A pauta até rima com corrupção, mas durante meia hora as generalizações foram esquecidas para se pensar em inovação. Em tempos de crise e instabilidade política no país, o Seminário SGB trouxe um painel para discutir a inovação no governo. No palco, Joice Toyota (Vetor Brasil), Cristiano Ferri (LabHacker da Câmara dos Deputados), Roberto Agune (iGovSP) e, mediando o debate, André Tamura (WeGov).

[youtube=https://youtu.be/7tlta3qaf2c&w=720&h=400]

Logo no início, um consenso, a resposta à nossa pergunta: sim, é possível haver inovação no governo. Agune defende que a inovação deve ser entendida como utilidade pública. Para isso, apresenta três pontos a serem alcançados pelo governo: o primeiro é fazer um governo único para um cidadão único. Não vê-lo como o dado, um paciente, um contribuinte, por exemplo. O segundo é uma plataforma que assegure a eficiência dos serviços. Não há como atender a demanda dos novos modelos de negócio e serviço sem inovação. O terceiro e último, o governo deve trabalhar de maneira hiperlocal. Pensar em alternativas que solucionem os problemas em larga escala. Decisões que devem ser tomadas de dentro para fora. Mas Agune foi incisivo ao afirmar que o inverso deve acontecer, “não há mudança no governo sem a pressão da sociedade”.
social-good-brasil2
Joice reforça que ao contrário do senso comum há muitas pessoas interessadas em trabalhar no governo. No ano de 2014, a Vetor Brasil resolveu selecionar jovens talentos e conectá-los a políticas públicas. Para surpresa, as inscrições para o projeto comparadas ao ano passado quintuplicaram, foram mais de 10 mil projetos inscritos em 2015. “Pessoas estão enxergando oportunidade de mudar e participar dos desafios”, completa.
A inovação tanto é possível que conseguiu-se institucionalizar um laboratório hacker dentro da Câmara de Deputados. Ferri conta que proposta surgiu depois das manifestações de junho de 2013, uma tarefa difícil, já que a inovação ainda é vista por muitos como sinônimo de risco. Apesar das barreiras, da burocracia, “a inovação está presente em todos os governos, alguns mais estruturados do que outros, mas já se percebeu que não há como funcionar sem ela”.
social-good-brasil3

É possível construir debates tratando o governo de forma menos estigmatizada e podemos construir junto com ele”.

A afirmação de Tamura, retoma o ápice do painel: a inovação deve vir de dentro para fora e também de fora para dentro.
Fonte: Social Good Brasil

Nathália Rorato
Posted on

6º Congresso Brasileiro de Gestão do Ministério Público

Nos dias 5 e 6 de novembro a WeGov realizou a Oficina Social Media Gov para profissionais de comunicação dos Ministérios Públicos. A Oficina foi conduzida na sala temática “Comunicação e Sociedade”, como parte da programação do 6º Congresso Brasileiro de Gestão do Ministério Público (CBGMP).
Alvaro Gregorio fez a abertura com uma palestra sobre Inovação em Governo, posteriormente Carlos Rocha apresentou o case vencedor: “MPSC em Rede” do Ministério Público de Santa Catarina. No início da tarde, André Tamura e Gabriela Tamura iniciaram os trabalhos.
Os participantes puderam conhecer e debater sobre inovação, utilização das redes sociais e ferramentas de comunicação, sempre com foco no atendimento ao cidadão e prestação de serviços.
cnmp-oficina-social-media-gov1

6º Congresso Brasileiro de Gestão do Ministério Público

“Estratégia, inovação e gestão do conhecimento”. Esse foi o tema da palestra de encerramento do 6º Congresso Brasileiro de Gestão do Ministério Público (CBGMP), na última sexta-feira, 6 de novembro. Mais de quatrocentas pessoas ouviram atentamente, por uma hora e meia, a exposição do professor e consultor Rivadávia Neto, pós-doutor pela Universidade de Toronto, no Canadá
Ao abrir o evento, o professor propôs uma reflexão: “Por que grandes empresas ou instituições, mesmo tendo feito tudo certo, deixaram de existir ou perderam importância nos últimos anos?” Com exposição de casos emblemáticos, Rivadávia salientou a importância da inovação nos processos de gestão pública e privada.
Para uma plateia atenta e interativa, o professor explicou que a solução de questões estruturantes pode passar por novas ideias. Ressaltou, também, que os momentos de transformação e de crise representam importantes oportunidades de mudança. E destacou: “a inovação deve responder objetivamente ao problema que pretende resolver”.
Ao final, Rivadávia Neto lembrou que não há inovação sem colaboração, de modo que, para ele, “a atitude proativa e humilde é tão importante quanto o enfoque técnico”. E enfatizou, ainda, a importância de um olhar para o usuário, para o cidadão que efetivamente utilizará aquele serviço ou produto criado.
As fotos foram feitas por Tiago Sabino e estão em nosso Flickr.

Nathália Rorato
Posted on

Servidores da área de TI conheceram a abordagem do Design Thinking

Entre os dias 26 e 29 de outubro a WeGov realizou o curso de Design Thinking no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília. Alvaro Gregorio, André Tamura e Gabriela Tamura conduziram as atividades durante os 4 dias.
O curso contou com a presença de 30 servidores da área de Tecnologia de Informação do Tribunal. Os participantes puderam colocar em prática os conceitos de Design Thinking, e prototiparam soluções de questões encontradas na sociedade ou no próprio do Tribunal.
Design Thinking no Tribunal Superior do Trabalho
Os servidores gostaram bastante da abordagem e esperam incluir as técnicas em projetos que estão em andamento e também em outros processo de trabalho do Tribunal.
Seguimos,
As fotos foram feitas por Tiago Sabino e estão em nosso Flickr.

Nathália Rorato
Posted on

Capacitação faz parte do programa da SEGPLAN e do CLP

No dia 20 de outubro, A WeGov conduziu, uma das capacitações do programa de Executivos Públicos no projeto realizado pelo Governo de Goiás (SEGPLAN) em parceira com o Centro de Liderança Pública (CLP). O Governo de Goiás irá formar os agentes transformadores da gestão pública no Estado, na busca por garantir a implementação da estratégia governamental.

Executivos Públicos de Goiás

Os Executivos Públicos atuarão na Central de Resultados com foco na melhoria de indicadores estratégicos e serão responsáveis por identificar gargalos e propor soluções de melhorias. A execução das ações prioritárias em cada uma das pastas poderá ser acompanhada em tempo real pelo governador na Sala de Situação, localizada no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira (PPLT).
A seleção dos servidores ocorreu entre os meses de junho a agosto. O processo teve 120 candidatos, entre gestores governamentais, analistas de gestão e assistentes de gestão de diversos órgãos. O processo foi realizado por meio de análise de currículo, estudo de caso e de perfil. Do total, foram selecionados 48 servidores, sendo que inicialmente 30 foram convocados para o início das atividades.
clp-goias2
Depois dos treinamentos e com os Executivos Públicos já em ação, a ideia é definir um cronograma de reuniões para acompanhamento. Diariamente, os servidores farão um relatório das atividades direcionado à Central de Resultados. A Superintendência Executiva de Planejamento fará pelo menos um encontro por semana para monitoramento e encaminhamento das ações. Uma reunião da equipe com o secretário Thiago Peixoto deve ocorrer a cada 15 dias.
O Projeto de Executivos Públicos busca tornar o Estado de Goiás em um dos mais competitivos dentre os vários segmentos da ação governamental, educação, saúde, segurança, desenvolvimento econômico, infraestrutura, dentre outros, quando comparado às demais unidades da federação, em rankings já estabelecidos e a partir de indicadores padronizados.

Comunicação Estratégica

A Oficina de Comunicação Estratégica apresentou conceitos, reflexões e ferramentas práticas que serão utilizadas pelos servidores durante a implementação e execução de todo projeto. Foi ressaltada pelos Executivos a importância de tornar a comunicação (interna e externa) um dos pilares para o alcance dos resultados almejados, afinal: “Não existe gestão sem comunicação!”

Nathália Rorato
Posted on

Evento aconteceu nos dias 23 e 24 de setembro em Florianópolis.

A Secretaria da Fazenda de Santa Catarina, reuniu contadores do Governo do Estado para debater inovação no serviço público aqui na WeGov, no Seminário “Inova & Faz”. O evento apresentou iniciativas de sucesso que mostraram caminhos da inovação em governo e proporcionou um ambiente favorável à colaboração e criatividade para co-criação do planejamento estratégico da Diretoria de Contabilidade.

“A ideia é criar um ambiente propício para reflexão de todos sobre a necessidade premente de inovar no serviço público, especialmente nos serviços que os contadores da Fazenda Estadual prestam à sociedade catarinense.”
Graziela Meincheim – Diretora de Contabilidade Geral (Secretaria da Fazenda)

O primeiro dia do evento contou com os especialistas: André Tamura (WeGov), que apresentou algumas iniciativas de sucesso e mostrou os caminhos da inovação no setor público. Na sequência, Walker Massa (Nós Coworking) apresentou os cases de utilização de espaços de coworking pelos governos. Para ele, falar de inovação no setor público é falar de uma mudança cultural. Ações isoladas muitas vezes não conseguem gerar um efeito imediato e, por isso, é necessário pensar de forma coletiva em inovação.
Esteve presente também Thiago Ribeiro (Prefeitura de Porto Alegre) falando sobre o DataPoa: Transparência, gestão e oportunidades com dados abertos, ele apresentou os resultados alcançados com o trabalho colaborativo entre Prefeitura e sociedade na disponibilização de dados para criação de aplicativos. André Barrence, falando sobre empreendedorismo no governo e suas experiências no Governo de Minas Gerais. Finalizando a noite, Jorge Henrique falou sobre como a sociedade utiliza os dados abertos.


Na quinta-feira, 24, o evento iniciou com uma palestra de André Tamura sobre a abordagem metodológica do Design Thinking, deu sequência com a co-criação do planejamento estratégico da diretoria, apresentação da Diretora sobre as propostas da nova gestão e realizações; apresentação do grupo de inovação; apresentação do portal GEFIN e do Sistema de Controle de Obras Públicas/SICOP. A WeGov facilitou e conduziu as atividades em conjunto com a DCOG.
As fotos foram feitas por José Chamusca Jr. e estão em nosso Flickr.

Nathália Rorato
Posted on

O que Empresas podem aprender com o Governo sobre Gestão Estratégica

Recentemente, pesquisadores da “Kennedy School” e da “Business School” viram uma preocupação crescente com a responsabilidade corporativa criada pelos novos movimentos internacionais. No modelo até então desenvolvido para governo através do “triângulo estratégico”, três complexos são considerados para que as instituições públicas possam pautar suas ações: o valor público que a instituição quer criar, as fontes de legitimidade e suporte que proporcionaram a ação da instituição ao buscar o valor público, e as capacidades operacionais para que os resultados sejam atingidos.
O presente texto, além de demonstrar características corporativas importantes que devem ser incorporadas ao governo, demonstra também como esse modelo do “triângulo estratégico” pode generalizar-se e passar a ser utilizado nas estratégias de organizações empresariais, já que estas operam intensivamente em ambientes politizados.

Estratégia Organizacional em Agências de Governo

Temos que enxergar que gestores de governo e de negócios enfrentam problemas análogos. Ambos querem utilizar da melhor forma seus ativos e encontrar formas de produzir seus produtos e serviços ou alcançar seus resultados sociais desejados no menor custo possível. As maiores modificações entre os dois ocorrem nas condições econômicas e políticas.
Uma das mais importantes diferenças é em como essas organizações, públicas ou privadas, conseguem ganhar sua fonte de receitas para continuar suas operações. Enquanto no setor privado os investidores e consumidores são a principal, no governo são os cidadãos, pagadores de taxas e clientes do governo, os quais têm seus representantes eleitos fazendo escolhas coletivas. Outra diferença é que os gestores de governo têm menos discrição ao definir seus propósitos, por estarem em um ambiente permissivo, já que os seus representantes são eleitos.
Por outro lado, os gerentes de empresas privadas podem medir seu desempenho financeiro de maneira fácil e rápida, ao contrário do que ocorre no setor público. É claro que no setor privado variáveis não-financeiras importam, e que no setor público variáveis financeiras também podem ser verificadas. Empresas também conseguem delimitar de maneira mais clara como criar valor ao produzir o seu bem ou serviço, e já o governo necessita focar suas atenções em resultados sociais, o que acaba por ser difícil e caro, já que este trabalha a longo-prazo. Além disso, o trabalho do governo está mais focado em conseguir esses resultados sociais, e não em conseguir a satisfação dos consumidores. Assim, possuem mais dificuldades em medir e demonstrar o valor do que está sendo produzido.
Essas diferenças entre setor público e privado importam, e modificam alguns pontos nos modelos tradicionais de negócios utilizados para governo, mas não impedem que esse modelo seja utilizado para esse fim. As características que o setor privado possui, tais como as de busca de valor, customização e dinamismo são necessárias dentro do setor público, para que seja possível a resposta a mudanças através da inovação. Isto é impedido pela visão tradicional do serviço público, que foca primeiramente em proteger a continuidade institucional e integridade das organizações governamentais.

Assim chegamos ao triângulo estratégico. O valor público no setor público deve ser algo compartilhado, imaginado e articulado entre os cidadãos, de forma que ganhe legitimidade e suporte para que seja possível sua operacionalidade no domínio de responsabilidade da esfera pública. Seu trabalho deve ser engajado de forma substantiva e analítica para que se chegue aos valores finais.

criando-valor-publico1

Estratégia Corporativa e o Triângulo Estratégico: os Negócios precisam Focar em Legitimidade e Suporte?

Embora o conceito legitimidade e suporte seja mais reconhecido no meio público, ele também é importante no mundo dos negócios, já que nele o único suporte reconhecido é o financeiro. No entanto, qualquer negócio em nossa sociedade necessita de uma autorização implícita ou explicita para continuar operando. Assim, os próprios consumidores dão legitimidade à empresa ao adquirirem seus produtos ou serviços. O valor público é criado quando as empresas produzem bens que são desejados por indivíduos e, portanto, sua legitimidade e suporte é dada através de seus consumidores. Da mesma forma, os investidores também as influenciam, até mesmo de maior forma, ao determinarem aonde serão destinados os seus investimentos.
Apesar da legitimidade e suporte se mostrarem presentes também no setor privado, do contrário do que muitos pensam, há uma diferença grande em escala quando comparada com o setor público. Investidores podem simplesmente “sair” de relacionamentos com empresas das quais não concordam mais com as decisões; por sua vez, cidadãos não podem “sair” de seus governos. Da mesma forma as discordâncias no setor privado entre empresa e investidores não são da mesma envergadura do que entre setor público e cidadãos, onde não só os meios, mas também os objetivos, são discutidos e procurados.
Outra fonte de legitimidade e suporte para o setor privado são os stakeholders, como por exemplo os atores econômicos, trabalhadores, fornecedores, distribuidores, comunidades locais, associações de empresas, mídia, público, e o próprio governo. Para eles a empresa não é uma extensão dos direitos individuais de propriedade, e sim uma organização com vantagens públicas. Por outro lado, os acionistas são uma parcela do setor privado que procuram sempre beneficiar-se através das estratégias empresariais. Como as empresas são vistas de maneira econômica principalmente, fatores discordantes trazidos por stakeholders sofrem prejuízo ao serem cogitados para a estratégia corporativa.

As linhas tênues

No entanto, vem crescendo o poder da legitimidade e suporte dentro de problemáticas não exclusivamente econômicas, o que acaba por incluir o mundo dos negócios também nos meios sociais e políticos. Assim, as firmas em ambientes politizados começam a ganhar espaço para conseguir serem mais eficientes, produzindo um bem para a sociedade ao lidar com os seus problemas – muitas vezes de uma maneira melhor do que o próprio governo, criando-se uma outra problemática.
Vemos que com as novas dinâmicas sociais a linha entre setor privado e público confunde-se, e que ambos podem e devem ser colaborativos. O valor público é criado ao se procurar um produto comum, e enquanto algumas lacunas ainda existirem em matéria de governança, um novo papel vem sendo exigido pela sociedade às camadas empresariais, as quais ganham cada vez mais legitimidade e suporte ao servirem de ponto de encontro entre o que oferecem e os interesses da comunidade. Cabe ao governo não apenas preencher essas lacunas que estão sob sua responsabilidade, como também adaptar para si estratégias corporativas e inovadores capazes de garantir a manutenção de seu poder e a criação de valor público.
Texto traduzido e inspirado no artigo “On Creating Public Value”, de Mark Moore e Sanjeev Khagram.

Nathália Rorato
Posted on

Oficina aconteceu nos dias 26 e 27 de agosto em Brasília (DF)

“Realizamos o Redes eGov anualmente e nas avaliações os participantes sempre pediram uma oficina prática como esta. O que fizemos foi receber as demandas e criar os passos para ficar didaticamente mais organizado. Desta forma facilitamos o aprendizado apresentando novas ferramentas e proporcionando um espaço de troca entre os participantes.” Gabriela Tamura – WeGov

Foram dois dias de intenso aprendizado, além dos 10 passos esteve conosco Alexander Castro falando sobre o Marco Civil da Internet e José Carlos Chamusca no passo “Beleza é Fundamental” apresentando ferramentas para criar artes gráficas mais atrativas.
A Oficina Social Media Gov terá nova edição dias 25 e 26 de novembro de 2015 em Brasília.

Participantes

A Oficina não teria sido completa sem a contribuição e troca de experiências entre todos os participantes, representantes de instituições reconhecidas pelas suas atuações nas mídias sociais.
social-meda-gov-turma-bsb2
Agradecemos aqui a confiança e a presença da Agência Nacional de Aviação Civil, Associação Brasileira de Rádio e Televisão, Comunitas, Confederação Nacional dos Municípios, Conselho Nacional de Justiça, Correios, Força Aérea Brasileira, Grupo Informe, Ministério da Defesa, Ministério Público Federal, Presidência da República, Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região, Sebrae Nacional, Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, Tribunal Regional do Trabalho da 10° Região, Tribunal Regional Federal da 1° Região e Tribunal Regional Federal da 5° Região.

“Colocar a mão na massa é muito bom. Melhor que ficar apenas na teoria e orientações. Achei a Oficina bem completa. Abordou todos os aspectos da produção nas mídias sociais. Indico para profissionais que atuam com mídias sociais, ainda que já realizem um trabalho em estágio avançado. Serve para iniciantes e também como forma de atualização.”
Saulo Roberto de Vargas – Força Aérea Brasileira

social-meda-gov-turma-bsb3

Esses dois dias foram incríveis, a teoria, a prática e, principalmente, as experiências ali colocadas me fizeram voltar para a instituição com uma mala gigante de conteúdo e propósitos. Cada minuto ali valeu muito a pena, vocês realmente sabem como valorizar o nosso tempo escasso e, principalmente, possuem expertise e facilidade para nos ensinar e trocar práticas que possam ser utilizadas em nosso dia a dia. Parabéns, há tempos não participava de um curso tão produtivo!
Dayane Reis – Comunitas

Ficou com vontade de fazer parte da Rede de Social Medias Gov? Dias 25 e 26 de novembro teremos outra turma, inscreva-se aqui >>

[youtube=https://youtu.be/EsdslYQ5ESM&w=720&h=405]

As fotos foram feitas por José Chamusca Jr. e estão em nosso Flickr.

Nathália Rorato
Posted on

A palestra iGovLab ocorreu no dia 09 de julho em Florianópolis (SC)

A WeGov organizou o evento G2G que contou com uma conversa entre Jean Vogel (SDS/SC) e Alvaro Gregório (iGovSP) sobre Laboratórios de Inovação em Governo no dia 9 de julho de 2015, em Florianópolis.
O objetivo do evento G2G – Design Drinking é proporcionar a conversa entre instituições diferentes no governo para que não só os painelistas, mas também os participantes aprendam a partir do compartilhamento de experiências.
design-drinking3
O evento foi caracterizado por uma proposta diferente: aliar o interesse por inovação em governo de uma forma divertida e leve, sendo aberto ao público e com chopp para os presentes.
Iniciamos o evento com Jean Vogel apresentando os Centros de Inovação que a Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina está construindo, seguimos com a palestra de Alvaro Gregorio do iGovSP – Assessoria de Inovação da Secretaria de Governo do Estado de São Paulo falando sobre a implementação do primeiro Laboratórios de Inovação em Governo que foi inaugurado recentemente pelo Governo de São Paulo.
design-drinking2
Pessoas de diversas Prefeituras do Estado estiveram presentes bem como agentes públicos de instituições federais e estaduais reunindo assim um público com aproximadamente 140 pessoas, a palestra proporcionou um contato de governo para governo (G2G), e procurou fomentar futuras iniciativas de laboratórios de inovação no estado de Santa Catarina.
As fotos foram feitas por José Chamusca Jr. e estão em nosso Flickr.

Nathália Rorato
Posted on

Conversas Cruzadas - TVCOM | Dia 08 de julho de 2015

O Programa Conversas Cruzadas da TVCOM, tratou sobre o tema: inovação em Governo e contou com a participação de:
– Jean Vogel | Diretor de CT&I da SDS SC
– Christian Rosa | Coordenador de Informação Social do MPSC
– André Tamura | Diretor Executivo da WeGov
– Aldrwin Hamad | Professor de Design e Inovação do IFSC
Felipe Reis é o apresentador do Conversa Cruzadas.

Bloco 1

[youtube=https://youtu.be/4iNyY_f6dys&w=720&h=400]

Bloco 2

[youtube=https://youtu.be/MSKYubo98rM&w=720&h=400]

Bloco 3

[youtube=https://youtu.be/_-sfbMxWz6Q&w=720&h=400]

Bloco 4

[youtube=https://youtu.be/dvO4mz0-pgE&w=720&h=400]